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13
nov
2014

Paris com bebê: (nosso) roteiro de 4 dias

Eu já falei aqui como a nossa forma de viajar mudou após a chegada da Maria. Entre tantas mudanças, talvez a maior delas tenha sido no ritmo da viagem. Aqueles dias intermináveis e recheado de atrações deram espaço a um roteiro bem mais enxuto e com o mínimo de deslocamento possível. Como eu costumo dizer, a gente desacelerou para respeitar as necessidades e o tempo da Maria.

É por isso que Paris, desde o início, se tornou um destino certo para mim e para a Renata. Eu sei que ninguém precisa de desculpa para voltar a Paris. Mas, no nosso caso, voltar para uma cidade que a gente já conhecia seria a forma mais fácil de desacelerar nas férias. Nós não precisaríamos visitar aqueles lerês tradicionais que, quase sempre, tomam um tempo precioso com filas. E, ao mesmo tempo, a gente poderia focar em atrações voltadas para a Maria sem peso na consciência por estar “perdendo” alguma coisa.

Digamos que a Paris dos casais apaixonados deu lugar à Paris dos bebês. =)

Museu Nacional de História Natural Paris

Ao todo nós ficamos 5 noites em Paris, o que nos garantia 4 dias inteiros na cidade. Para esses 4 dias eu tracei um roteiro bem simples, com foco numa única atração “obrigatória”. Ao lado dela, eu acrescentei outros pontos de interesse secundários que poderiam ser visitados a depender da nossa disposição e, principalmente, do estado de espírito da Maria.

De certa forma, esse roteiro simplório nos permitiu não inflar as expectativas com a viagem. A gente já imaginava que não seria possível visitar vários lugares ao longo do dia. Por isso focar em uma única atração por dia foi a forma que eu encontrei para dar aquela sensação de dever cumprido. Tudo o que viesse além disso seria “lucro” do ponto de vista turístico.

Pois bem. A escolha das atrações principais dos nossos dias em Paris foi muito facilitada pela ajuda silenciosa de 3 blogueiros: a Sut-Mie, do Viajando com Pimpolhos; a Adélia, do Paris des Petits; e o Luciano, do Malas e Panelas. Eu li tudo o que eles já escreveram sobre a cidade e acabei traçando o roteiro com base em suas dicas e recomendações.

Nesse post eu mostro o resultado final do meu planejamento. E para que você possa aprimorá-lo ainda mais em sua viagem, farei algumas considerações pós-viagem.

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1º dia – Foco: Torre Eiffel

Torre Eiffel

É claro que nós não poderíamos deixar de apresentar à Maria o maior símbolo de Paris: a Torre Eiffel. Por isso, eu a coloquei como foco do nosso primeiro dia na cidade. Mas, por motivos óbvios, a gente dispensou a subida. O que verdadeiramente importava era tirar foto com a Torre. ;-)

Lá na Torre a gente fez o que todo mundo faz. Nós descemos pelo Jardins do Trocadero até chegar aos seus pés numa verdadeira sessão fotográfica. Além disso, nesse “pacote Torre Eiffel”, eu também inclui o Carrossel e o Aquário de Paris, que fica próximo ao Trocadero. Mas a gente acabou desistindo desse último pelo preço (a entrada custava 20,50 euros por pessoa) e pela “concorrência” do Oceanário de Lisboa.

Como atrações secundárias (aquelas cuja visita não era obrigatória) eu selecionei: o Museu Rodin, o Museu D’Orsay, o L’Orangerie, a Berges de la Seine e o playground da Place de La Concorde. Nós até chegamos a ir ao L’Orangerie para revisitar as Ninféias e apresentá-las à Maria, mas a fila estava grande demais para o pouco tempo que nos restava (dessa vez, comprar o Paris Museum Pass não era financeiramente vantajoso, de modo que nós não poderíamos “furar a fila” do ingresso). Por isso, a gente acabou só caminhando pelo Jardim dês Tuilleres.

2º dia – Foco: Parc de la Villette / Cite dês Enfants

Parc de La Villette

Para o segundo dia, eu estabeleci como foco o Parc de la Villette por causa desse post da Dé. O parque é um verdadeiro complexo de entretenimento para crianças. Lá dentro você encontra um pequeno parque de diversões com carrossel, passeio de barco, a Cite dês Enfants – um museu inteiramente dedicado às crianças– e o Lês Vents et Lês Dunes –, um playground enorme dividido em áreas de acordo com a faixa etária. Mas, definitivamente, aquele não era o nosso dia de sorte. Primeiropor que a entrada ao Cite dês Enfants só é permitida para crianças a partir de 2 anos de idade. E segundo porque a fila para o Lês Vents et Lês Dunes estava desanimadora (era um sábado e o parque estava lotado!). No final das contas, a visita não acabou sendo muito proveitosa.

Como atrações secundárias eu selecionei o Museu George Pompidou. Aqui eu devo alertar que qualquer “atração secundária” poderia ser escolhida, já que o Parc de la Villette fica meio longe, exigindo deslocamento de metrô. Mas a gente acabou não indo.

3º dia – Foco: Zoológico de Paris

Zoo Parc Paris

Para o terceiro dia eu escolhi o Zoológico de Paris, que foi reaberto em abril deste ano após alguns anos de reforma. A visita caiu como uma luva na atual fase “bichinhos” da Maria. E o passeio foi tão legal que vai merecer um post específico para falar dele.

Eu sabia que a visita ao zoológico nos tomaria bastante tempo. Ainda assim eu coloquei como atração secundária o Aquário da Porte Dorée, que fica bem perto e no caminho para a estação de metrô. Mas, como eu previa, a gente não conseguiu visitá-lo por falta de tempo.

Além disso, o Zoológico fica ao lado do Bois de Vincennes, um parque lindo que, com tempo sobrando, poderia ser visitado.

4º dia – Foco: Jardin des Plantes (Museu Nacional de História Natural)

Galeria da Evolução

Para o quarto e último dia em Paris, eu reservei um passeio pelo Jardins des Plantes, especialmente por causa do Museu Nacional de História Natural. O museu tem três atrações imperdíveis para crianças: a Galeria da Evolução Naturalcom imagens em tamanho real de bichos; a Galeria de Paleontologia, com ossos de dinossauros; e a Menagerie, uma espécie de mini-zoológico.

Para crianças maiores, a visita às três atrações pode muito bem levar um dia inteiro devido ao tamanho dos espaços e exposições. Mas, na idade da Maria, a parte visual é o que interessa e nós conseguimos resumir a visita às 2 primeiras numa única tarde (incluindo o almoço no La Baleine). A gente acabou dispensando a ida à Menagerie por causa do dia anterior.

Como atrações secundárias eu separei o Jardins du Luxemburg, a Ilê de la Cite e o bairro de Saint Germain de Pres. Mas, como era o nosso último dia pela cidade, nós acabamos optando por visitar o Arco do Triunfo e retornar à Torre Eiffel para vê-la à noite.

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P.S.: A verdade é que Paris é uma cidade cheia de atrações para bebês/crianças. Não é à toa que a Adélia fez disso o tópico do seu blog, o Paris des Petits. A tarefa de planejar uma viagem para lá com bebê/crianças fica bem mais facilitada se você começar por lá. Não deixe de conferir, especialmente, esses dois posts: Roteiro de 1 semana em Paris com crianças e Top 12 dos passeios para crianças em Paris. Neles você encontrará várias dicas de passeios que farão de Paris um lugar bem mais aprazível para o seu petit.

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08
out
2014

A dor e a delícia de viajar com bebês

Eu e Maria

Eu e Maria em Paris

Vocês bem sabem que esse é um assunto no qual eu e a Renata nos aventuramos há pouco tempo. Nossa pequena Maria tem apenas 1 ano e meio de vida. Ainda assim, nós tomamos uma decisão bem clara antes mesmo dela nascer: não privar a Maria do nosso hobby predileto. Foi isso que nos fez cair de cabeça nesse desafio.

É claro que, antes de ter um filho, a gente romantiza tudo. A gente acha que nenhuma grande mudança haverá em nosso dia-a-dia se a gente não complicar demais e que “tudo será como antes no quartel de Abrantes”. Eu precisei virar pai para ver que isso é um ledo engano. Por mais que a gente simplifique a forma de encarar a chegada de um filho, a vida se transforma, a rotina se altera, as preocupações se renovam e o tempo se exaure. Definitivamente, as coisas mudam. E nesse “coisas” eu incluo as viagens.

Eu também fui ingênuo e, por algum tempo, achei que continuaria viajando do jeito que viajava antes. Eu subestimei o aumento do custo da viagem com um integrante a mais; eu ignorei a diminuição do meu período de férias com a necessidade de usar parte dele para suprir o fechamento da creche em janeiro; eu nem imaginava o trabalho que teríamos para manter o mesmo volume de bagagem com uma pessoinha a mais; e também não me atentei para o fato de que, fora de casa, a preocupação com os cuidados com o bebê aumentariam. Enfim, eu não era pai. E bastou me tornar um para eu ver que todas, absolutamente todas, as minhas convicções prévias em relação a tudo que diz respeito à criação de um filho eram tão fortes quanto um castelo de areia.

Uma coisa, porém, é certa. Apesar do choque de realidade, a decisão de integrar a Maria em nossas viagens vem sendo cumprida fielmente. Dentro das nossas limitações temporais e financeiras, Maria já rodou com a gente por Venda Nova, na casa dos padrinhos; por Brasília, na casa dos tios; por Trancoso, no carnaval; pela fazenda dos avós no interior de Minas; por Santa Teresa, no interior do Estado; e, mais recentemente, pela Europa (Paris e Portugal). E esse curto – mas bem aproveitado – tempo de estrada já nos revelou uma coisa: viajar com bebês é infinitamente mais delicioso do que doloroso.

Eu e Maria no Oceanário de Lisboa

Eu e Maria no Oceanário de Lisboa

Eu diria que a dor de viajar com um bebê é mensurada de acordo com a sua própria capacidade de adaptação à nova realidade. É que, como eu já disse, o ritmo da viagem muda completamente. E quem não está preparado para isso pode acabar até mesmo se traumatizando e se fechando para novas experiências.

Explico melhor. Quando se viaja com um bebê o nível de imprevisibilidade do seu planejamento aumenta. Sabe aquele dia regrado e cheio de atrações a serem visitadas? Esquece. Você nunca sabe a hora que seu filho vai acordar e nem quando vai bater o cansaço, quanto tempo ele vai demorar para terminar uma refeição, quantas fraldas e roupas você precisará trocar ao longo do dia, quantas idas ao supermercado ou farmácia você precisará fazer para comprar coisas de última hora e quanto tempo será gasto com alguma curiosa e inesperada distração vista no meio do caminho. Por isso, o tamanho da sua disposição para tantos imprevistos dirá o quão dolorosa será a sua experiência na viagem.

Eu confesso que tenho evoluído nessa capacidade de adaptação a cada viagem. Para você ter uma idéia, a volta da viagem de Trancoso foi tão caótica que eu cheguei a pensar em não mais viajar de carro com a Maria. Ficar 9 horas presa a uma cadeirinha foi algo que ela não gostou. E a partir daí eu vi que o ideal é fazer na volta o mesmo que fizemos na ida: dividir o percurso em 2 dias. Em outras palavras, eu me adaptei.

Adaptar também foi preciso quando chegou a hora de planejar uma viagem mais extensa e para o exterior. Nada de roteiros frenéticos e de mudanças freqüentes de cidades. O retrospecto das viagens pequenas anteriores nos serviu de aprendizado para perceber que, quando se está com um bebê, quanto menos deslocamento, maior o aproveitamento do tempo. Por isso, o mais indicado seria desacelerar. Para 15 dias de viagem nós escolhemos 3 cidades (Paris, Porto e Lisboa), o que nos exigiria fazer apenas 2 mudanças (uma de avião e outra de trem). Além disso, todo o roteiro foi montado com o foco voltado para uma única atração diária. O que a gente conseguisse fazer a mais seria “lucro” do ponto de vista turístico.

Maria na fazendo dos avós, no interior de Minas

Maria na fazendo dos avós, no interior de Minas

Digamos que isso é só uma parte das mudanças que viajar com um bebê traz. Nesse post fresquinho do Viaje na Viagem, a Mariana Amaral compilou um sem-número de dicas dadas por leitores para viajar melhor com bebês, o que só confirma o nível de complexidade da coisa.

Aqui em casa, como eu falei, a gente vem se adaptando. E a grande verdade é que nós nos adaptamos por uma razão bem simples: é que, ao final de cada viagem, a gente percebe que nenhuma dor se compara à delícia que é viajar com a Maria.

Nesse ponto, creio eu, fala mais alto aquele lado piegas bobo-alegre romântico que aflora em nós, pais. Mas como definiu a Renata: viajar com a Maria significa estar 24 horas agarrados a ela sem nenhuma outra preocupação que não seja a de nos curtirmos. Sabe aquela história de viajar para fugir da rotina? Pois então. Quando se viaja com um bebê, isso ganha um significado ainda mais especial: você foge da rotina, levando o que ela tem de melhor. Trocar fralda, dar banho, comida, fazer dormir, brincar e etc num cenário novo é ainda mais gostoso e recompensador. Afinal, mudar de ares faz bem pra qualquer um, inclusive para o bebê.

E que fique clara uma coisa. Quando eu falo em “mudar de ares”, eu tô me referindo a QUALQUER viagem para QUALQUER lugar. Não é a sofisticação ou a fama do destino que importa. Como diz a Silvia Oliveira nesse post indispensável para quem tem interesse no assunto, “para o bebê o que importa é estar com os pais. O destino passa a ser apenas um detalhe”.

E, de fato, em Paris ou Santa Teresa, a delícia de viajar com a Maria foi exatamente a mesma. É como se, para nós, pais, o destino também passasse a ser “apenas um detalhe”. O que importa mesmo é estar com o filho e compartilhar as suas reações e emoções.

Eu e Maria em Santa Teresa

Eu e Maria em Santa Teresa

E para quem também quer se aventurar nesse desafio, segue uma lista de blogs de famílias viajantes para se inspirar:

Viajando com Pimpolhos, da Sut-Mie

Malas e Panelas, do Luciano e da Andrea

Felipe, o Pequeno Viajante, da Claudia e do Marlo

Paris des Petits, da Adélia

Café Viagem, da Alexandra Aranovich

1001 Roteirinhos, da Luciane e Eliane

Colagem, da Luciana Misura

Eu Viajo com meus Filhos, do trio Fernanda, Patrícia e Priscila

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23
ago
2014

Moquequinha de Banana da Terra: uma coadjuvante ilustre

Foto: Doc-Expoe

Foto: Doc-Expoe

Não, eu não sou nenhum mestre cuca para vir aqui ensinar alguma receita pra vocês. E nem é esse o propósito do blog, como vocês bem sabem. Na verdade, eu abro essa honrosa exceção para a moquequinha de banana da terra por 2 motivos: primeiro, ela já virou marca registrada da gastronomia do nosso estado e costuma surpreender o paladar dos turistas que, na maioria das vezes, nunca comeram antes; e segundo porque volta e meia alguém vem aqui pedir a receita depois de ter experimentado o quitute na viagem ao ES.

Reza a lenda que a moquequinha de banana da terra foi uma invenção dos donos do Restaurante Gaeta, de Meaípe, que a conceberam para servir a um grupo de turistas vegetarianos. A iguaria agradou tanto que passou a integrar o cardápio e ser servida como acompanhamento da tradicional moqueca de peixe.

Hoje ela se encontra no cardápio da maioria dos restaurantes de comida capixaba. E não é raro ver a coadjuvante se tornar a protagonista da mesa. Você pode até não gostar de peixe ou da nossa moqueca. Mas duvido que não goste da nossa moquequinha de banana.

E cá pra nós. Isso a Bahia não tem! ;-)

Para quem quer fazer a moquequinha de banana da terra em casa, segue a receita que eu peguei com a minha mãe:

Ingredientes:

3 tomates picados e sem semente

1 cebola média

1/2 molho de salsa

1/2 cebolinha

1/2 molho de coentro

2 a 3 bananas da terra picadas em rodelas

1 colher (sopa) coloral

Sal e alho a gosto

Azeite

2 copos (100 ml) de água

Preparo:

Esquenta a panela de barro, coloca o azeite e bota o sal, o alho e a cebola para dourar. Em seguida, coloca o coloral e joga o tomate e os temperos. Deixa ferver um pouco e, depois, coloca a água. Deixar cozinhando até os temperos dissolverem e o molho engrossar. Por último, joga a banana. Quando ferver, prova o sal e deixa cozinhando por, no máximo, 15 minutos. Está pronto.

19
ago
2014

Restaurantes para crianças em Vitória

Maria em ação no Coronel Picanha

Maria em ação no Coronel Picanha

Todo mundo sabe que o meu cotidiano entrou numa fase #rotinhas desde que a Maria nasceu. Desde então, nossas viagens e passeios em família precisaram passar por uma pequena adaptação para agradar também o gosto da nossa pequena. Principalmente quando o objetivo é “comer fora de casa”. Não dá para pensar que, com um bebê ou uma criança a tiracolo, vai dar pra continuar indo aos mesmos restaurantes que você ia antes. Nessas horas, um mínimo de direcionamento para as crianças faz toda a diferença na escolha.

Daí que, para ajudar os pais na difícil tarefa de escolher um restaurante para almoçar/jantar com crianças em Vitória, eu resolvi pedir a ajuda dos universitários (leia-se: meus amigos nas redes sociais) para mapear os estabelecimentos que se propõem a atrair esse tipo de público. E qualquer esforço é benvindo: um playground, um pula-pula, uma área externa com brinquedos, desenhos e lápis para colorir nas mesas e, claro, um cardápio com opções de pratos infantis.

É bom deixar claro que eu NÃO FUI a todos esses restaurantes. Como eu disse, peguei dicas com amigos para completar a minha lista pessoal. Com as indicações em mãos, entrei em contato com todos eles por e-mail ou via facebook, dando oportunidade para que eles mesmos relatassem quais são as atrações para crianças e mandassem fotos. Mas nem todos responderam (alô, assessorias!!!).

Minha intenção aqui foi apenas mapear os restaurantes kids friendly, sem entrar no mérito do atendimento ou da comida servida, ok? Se quiser deixar a sua avaliação nesse sentido fique à vontade na caixa de comentários ao final. ;-)

A lista contempla restaurantes de Vitória, Vila Velha e Serra. Para facilitar a pesquisa, dividirei as cidades em bairros.

VITÓRIA

Praia do Canto

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1) Bully’s Sucos (A)

Bully's

Um dos pioneiros em oferecer recreação para crianças em Vitória. A casa tem espaço kids com casinha de boneca, mesinhas e cadeiras para desenhar e colorir, balanço, escorregador, pula-pula e quadro negro. E tem também um item indispensável para pais com bebês: fraldário. \o/

Bully's

Nos finais de semana, o espaço ganha a supervisão de um recreador.

No cardápio, além das famosas saladas e sucos, tem opções especialmente pensadas para os kids, como o brasileirinho (filé mignon grelhado, arroz, feijão e batata frita) e o franguinho (filé de frango, arroz e purê de batatas).

Bully's

Foto: Divulgação

Endereço: Rua João da Cruz, 485, Praia do Canto, Vitória-ES

Telefone: 27 3026 4287

Horário de funcionamento: segunda a domingo, de 11:30h a 23:30h

Além de mim, indicaram esse restaurante: Ana Rothen, Cristiane Sperandio e Ludmila Nascimento.

2) Mixtura (B)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Aberto recentemente, o Mixtura trouxe para a Praia do Canto a fórmula que deu tão certo em outros cantos da cidade: churrasco no espeto. E o fez seguindo o mesmo padrão dos demais, oferecendo espaço kids com brinquedão, pula-pula e vídeo-games.

Endereço: Rua Manoel Gonçalves Carneiro, 35, Praia do Canto, Vitória-ES

Telefone: 27 3029 7720

Horário de funcionamento: terça a sexta, de 18:00 a 00:00; sábado e domingo, de 11:30 a 01:00

Indicou esse restaurante: Gabriela Valente.

Santa Lúcia

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3) Picanha da Praia (C)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Mais uma casa para se comer “churrasco no espeto” que tem uma boa área para crianças, com pula pula, casinha de boneca, cavalinho de balanço etc.

Além de mim, indicou esse restaurante: Ana Rothen.

Endereço: Rua Aleixo Neto, 208, Santa Lúcia, Vitória-ES

Telefone: 27 3235 3250 e 9 9243 3984

Horário de funcionamento: segunda a domingo, de 11:00 a 00:00

Jardim da Penha

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4) Divino Botequim (D)

Fonte: Divulgação

Foto: Cacá Lima (Divulgação)

Completamente reformulado, o Divino Botequim ressuscitou o seu espaço kids, atraindo novamente as famílias. É uma ótima opção para pais que gostam de “botecar”. Tem pula-pula, mesinha para colorir e pintar, quadro negro, televisão, livros e brinquedos. Tudo sob a supervisão de uma recreadora.

Endereço: Rua Eugenilio Ramos, 246, Jardim da Penha, Vitória-ES

Telefone: 27 2142 4440

Horário de funcionamento: terça e quarta, de 18:00 a 00:30; quinta, de 18:00 a 02:30; sexta e sábado, de 12:00 a 02:30; domingo, de 12:00 a 20:00

Além de mim, indicaram esse restaurante: Mônica Voss, Cristiane Sperandio e Ana Paula Moscon.

5) Disk Pizza Paulista (E)

Com uma localização privilegiada, na orla da praia de Camburi, a Disk Pizza Paulista é uma das poucas pizzarias da capital que oferecem playground e fraldário.

Endereço: Av. Dante Micheline, 615, Jardim da Penha, Vitória-ES

Telefone: 27 3200 3911

Horário de funcionamento: segunda a sábado, de 17:00 a 00:00; domingos e feriados, de 11:00 a 15:00 e 17:00 a 00:00

Indicou esse restaurante: Ludmila Nascimento.

Jardim Camburi

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É de longe o bairro da capital mais bem preparado para receber os pequenos. São várias opções de restaurantes kids friendly por aqui.

6) Coronel Picanha / Ilha do Caranguejo (F)

Coronel Picanha / Ilha do Caranguejo

Eu já falei sobre o Coronel nesse post. Depois dele o restaurante se dividiu e virou 2 em 1: do lado esquerdo, o tradicional “churrasco no espeto” do Coronel, um dos pioneiros na capital; do lado direito, os famosos caranguejos e pratos à base de frutos do mar do Ilha do Caranguejo. No meio, um amplo espaço kids (dos maiores que eu conheço) com monitores e brinquedos para todas as faixas etárias.

Coronel Picanha / Ilha do Caranguejo

Tem até um carrossel de aviões que a criançada adora.

Coronel Picanha / Ilha do Caranguejo

A área é toda cercada e as crianças que entram são identificadas por adesivos com o número da mesa da família. Elas só saem de lá com os pais ou responsável.

Endereço: Rua Carlos Martins, 1290, Jardim Camburi, Vitória-ES

Telefone: 27 3337 4956

Horário de funcionamento: segunda a sexta, de 17:00 a 00:00; sábado e domingo, de 11:00 a 00:00

Além de mim, indicaram esse restaurante: Ana Rothen, Cristiane Sperandio, Diana Carvalhinho e Ludmila Nascimento.

7) Grill Mania (G)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Outro restaurante que segue a linha do Coronel de “churrasco no espeto”. A área do playground também tem monitores e é bem grande, com brinquedão, pula-pula, fliperama e brinquedos para crianças menores.

Endereço: Rua Carlos Martins, Jardim Camburi, Vitória-ES

Telefone: 27 3347 0834

Horário de funcionamento: segunda a sexta, de 17:00 a 00:30; sábado e domingo, de 11:00 a 01:00

Indicaram esse restaurante: Gabriela Valente e Ludmila Nascimento

8) Rancho Beliskão (H)

Rancho Beliskão

Foto: Divulgação

A área externa do restaurante tem um amplo playground com monitora. Mas a sensação de segurança fica um pouco prejudicada porque não há vigilância no portão. É bom ficar de olho.

Em compensação, o Rancho tem banheiro especial para crianças, sala para amamentação (com direito a microondas para você esquentar a comidinha do bebê sem depender do garçom) e fraldário, itens raros.

Rancho Beliskão

Foto: Divulgação

A especialidade da casa são as tábuas de carne. Para as crianças, as opções de pratos infantis são o Beliskids (cubinhos de filet mignon, arroz, feijão e batata frita) e o Ranchinho (cubinhos de peito de fango, arroz, feijão e purê de batata).

Endereço: Rua José Celso Cláudio, 134, Jardim Camburi, Vitória-ES.

Telefone: 27 3337 0800

Horário de funcionamento: segunda a domingo, de 11:00 às 00:00.

Indicaram esse restaurante: Gabriela Valente e Luciana Karla.

9) Banzai (I)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Um dos mais tradicionais restaurantes de comida japonesa da capital abriu uma filial em Jardim Camburi bem adaptada ao perfil do bairro: nos fundos, tem um espaço para crianças com monitor e brinquedos.

É a melhor opção para os pais que gostam de comida oriental.

Endereço: Av. Ranulpho Barbosa dos Santos, 930, Jardim Camburi, Vitória-ES

Telefone: 27 3207 3785

Horário de funcionamento: segunda a domingo, de 18:00 a 00:00

Indicaram esse restaurante: Cristiane Sperandio, Gabriela Valente e Ludmila Nascimento.

VILA VELHA

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10) Costa Brasil (J)

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O pioneiro da fórmula “churrasco no espeto” em Vila Velha tem uma boa área para crianças nos fundos, com brinquedão, balanço, escorregador e quadro negro.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Endereço: Av. Hugo Musso, 826, Praia da Costa, Vila Velha-ES

Telefone: 27 3229 7940

Horário de funcionamento: terça a sexta, de 18:00 a 00:00; sábado, de 11:00 a 00:00; e domingo, de 11:00 a 17:00

Além de mim, indicou esse restaurante: Ludmila Nascimento.

11) Caranguejo do Assis (K)

Caranguejo do Assis

Foto: Divulgação

O Caranguejo do Assis – que começou com um pequeno bar na Praia de Itaparica Itapoã, em Vila Velha – é hoje um dos mais famosos e movimentados restaurantes de frutos do mar da cidade, com um senhor espaço kids. Ele fica no andar superior e conta com a supervisão de 3 recreadoras, além de câmera de monitoramento. Tem brinquedão, x-box, piscina de bolinhas, totó, oficina de desenhos, TV’s com filmes infantis, área baby separada e até um viveiro.

Caranguejo do Assis

Foto: Divulgação

Mas tantos atrativos tem um custo. O restaurante cobra R$7,00 por criança, sem limite de tempo.

Endereço: Av. Estudante José Júlio de Souza, 290, Praia de Itaparica, Vila Velha-ES

Telefone: (27) 3289-8486

Horário de funcionamento: segunda a domingo, das 11:00 a 01:00

Indicaram esse restaurante: Ana Rothen e Diana Carvalhinho.

SERRA

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12) Bacana (L)

A casa que nasceu na Mata da Praia abriu uma filial bem mais democrática na Serra: ali as crianças também são benvindas. O espaço kids tem brinquedão, pula-pula, piscina de bolinhas, vídeo-games, mesa para pintar. Tudo acompanhado por monitores.

Endereço: Av. José Martins Rato, 329, Bairro de Fátima, Serra-ES

Telefone: 27 3324 8707

Horário de funcionamento: segunda a sexta, de 17:30 a 00:00; sábado, de 11:00 a 00:00; e domingo, de 11:00 a 23:00

Além de mim, indicaram esse restaurante: Gabriela Valente e Ludmila Nascimento.

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13) Ninho da Roxinha (M)

Eu já falei sobre o Ninho da Roxinha nesse post. A ida até lá vale pela localização e pela vista privilegiada.

Ninho da Roxinha

E vale também pelos atrativos para a criançada: uma boa área verde, playground e uma espécie de curral onde se criam avestruzes.

Endereço: Rua do Limão, Nova Almeida, Serra-ES

Telefone: 27 3253 1516 e 3253 1508

Horário de funcionamento: segunda a sábado, de 11:00 a 23:00; domingo, de 11:00 a 17:00

Além de mim, indicou esse restaurante: Gabriela Valente.

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17
ago
2014

Post-índice da Série Especial Santa Teresa

Santa Teresa

Eu já disse e repito: Santa Teresa é ótima para um bate-volta a partir de Vitória; mas é melhor ainda para um final de semana. E para ajudar você que quer planejar uma viagem para lá, eu reuni todos os relatos da série especial Santa Teresa neste post-índice:

Instapost: uma introdução à Santa Teresa

Salve, Augusto Ruschi!

Para entender (e amar!) Santa Teresa

O Museu de Biologia Professor Mello Leitão

Santa Teresa: o que fazer? (mapa das atrações)

Santa Teresa: onde comer?

Santa Teresa: onde ficar?

Santa Teresa: como chegar?

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