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22
jan
2011

Espírito Santo Restaurant Week

Tem início na próxima segunda-feira (24/01/2011) a Espírito Santo Restaurant Week. O evento, que surgiu em Nova York há dezoito anos atrás, acontecerá no ES pela segunda vez. Funciona assim: durante duas semanas (24/01 a 06/02), 40 restaurantes de diversos estilos oferecerão almoço por R$ 27,50 + 1 e jantar por R$ 39,00 + 1 (couvert não incluso). As refeições são compostas de entrada + prato principal + sobremesa. O + 1 (um real) será doado ao Núcleo de Referência em Saúde.

Confira a lista dos restaurantes participantes clicando aqui.

E já que a idéia da organização do evento é democratizar o acesso à alta gastronomia porque não fazê-lo também em relação à crítica gastronômica?

É por isso que o “Rotas” resolveu convidar você, leitor, para partilhar suas impressões sobre os pratos e restaurantes participantes do evento aqui no blog. Tá na hora de você também dar a sua opinião sobre a comida e o “Padrão de Atendimento” (leia aqui) dos estabelecimentos cadastrados na Restaurant Week. É só mandar uma foto do prato consumido, junto com um breve relato da sua experiência, para o e-mail do “Rotas” (rotascapixabas@gmail.com) que nós o transformaremos em post. Mas não se esqueça de indicar o nível de contaminação pelo PAC!

Quem sabe assim, com a ajuda dos nossos leitores, a gente não consegue mapear e classificar todos os restaurantes da Espírito Santo Restaurant Week?

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comentários

8 respostas para “Espírito Santo Restaurant Week”

  1. tiagodosreis disse:

    É o “Rotas” fazendo a sua parte para a democratização da gastronomia! Ótima idéia, Marçal!

  2. Thiago Bolzani disse:

    Pude visitar dois restaurantes participantes do Restaurant Week 2011 na hora do almoço. Pena que não fotografei os pratos.
    No primeiro deles, o Oriundi, eu experimentei um picadinho de mignon com arroz biro biro e farofa. O prato estava legal (apesar de salgado por causa do bacon), porém, não faz jus ao nome do Oriundi. Talvez, algum prato com massa e uma carne tivesse mais a ver com o estilo do restaurante.
    Pude, ainda, visitar, pela primeira vez, o Vile do Vin. O ambiente é agradável. Pedi um peixe branco na crosta de bacon e ervas “escoltado” por arroz clorofila. O prato estava muito saboroso. Porém, aqui mais uma vez achei que o prato não condizia com o nome e classe a que o restaurante se propõe.
    Sinceramente, a sensação que eu tenho é que os restaurantes participantes pegam as piores coisas que tem na despensa e montam um prato para servir na restaurant week. Basta olhas as sobremesas que acompanham os pratos. Tenho certeza que ninguém pediria as sobremesas sugeridas ali..
    Espero que alguém tenha alguma dica para postar aqui para que eu mude de opinião. abraços e parabéns pelo site!
    Vamos acabar com esse complexo de vira-lata do capixaba divulgando o nosso potencial!

    • marcosmarcal disse:

      Valeu, Bolzani, obrigado pela visita! Concordo com as suas conclusões sobre as escolhas dos pratos da restaurant week. De maneira geral, mesmo os restaurantes mais sofisticados estão oferecendo pratos muitos simples. As sobremesas então, nem se fala (Aleixo, pudim???). Mas há pelos menos uma exceção. Estive no Vero e não me desapontei. Em breve publico o post. Forte abraço.

      • tiagodosreis disse:

        É isso aí, Bolzani.
        Eu, particularmente, não me empolguei com nenhum dos pratos servidos na Restaurant Week. Esse do Oriundi então eu achei um dos piores (né, Marçal?). Arroz, farofa e bife a R$27,50 ou R$39,90 não é nem um pouco democrático! Nem mesmo no Oriundi… rsrs
        Abs,
        Tiago

  3. Thiago Bolzani disse:

    Não dá pra entender o porquê disso. Afinal, o objetivo do restaurant week é divulgar a alta gastronomia a mais pessoas por um preço mais módico, digamos assim.
    Agora, se a pessoa experimenta esses pratos, não volta mais no local! Então a ideia do evento deixa de ser útil!
    abraços e parabéns pelo site!

  4. Graça disse:

    Olá Thiago Bolzani!

    Como é essa sua teoria de complexo de vira-latas do capixaba?
    Eu tenho essa mesma impressão tb. Soa algo como complexo de inferioridade, de não ter a alegria e o prazer de fazer algo bem feito, de ser bonito, de ter orgulho de si.
    Aqui se tem orgulho de sobrenomes – e quem não tem sobrenome é NADA (segundo cultura capixaba que eu percebo). É bastante cruel, não te pareces?

    Abs, Graça

  5. Thiago Bolzani disse:

    Prezada Graça, pra mim complexo de vira-lata é valorizar tudo que os outros estados tem, e não valorizar nada que nós temos. O orgulho dos meus conterrâneos capixabas é dizer foi ao rio de janeiro assistir a uma peça de teatro paulista!
    abraços,
    Thiago

  6. Graça disse:

    Ok ,Thiago

    Vou matutar na sua teoria!!!
    Abs!
    Graça

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