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26
jun
2011

Cachoeira do Buracão: eu vi! (mas o dragão, não!)

Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

A Cachoeira do Buracão, por cima

Eu não ligo se você não der a mínima para o que eu vou te dizer agora, mas, para mim, a Cachoeira do Buracão, em Ibicoara, é a coisa mais linda e mais impressionante que já vi na vida!

A Cachoeira do Buracão, por baixo

Pra falar a verdade, eu também não ligava quando lia e ouvia as pessoas falando isso. Eu achava extremamente exagerados os elogios rasgados a uma “simples” cachoeira, como tantas outras que existem pelo Brasil afora.

Mas, depois de ver pessoalmente a Cachoeira do Buracão, eu não tenho como não me juntar ao time daqueles que a consideram o atrativo mais fascinante de toda a Chapada! E faço isso sem nenhuma pretensão de te fazer acreditar no que estou dizendo. Até porque nada do que eu te disser ou mostrar aqui vai ser capaz de traduzir a beleza daquilo lá!!!

Ainda assim eu posso te dizer o seguinte: são 85 metros de queda d’água que enchem um poço no fundo de um buraco gigante formado entre as paredes de um canyon. Daí o nome “buracão”. A cachoeira e o curso do rio estão rodeados pelas paredes desse canyon e isso confere ainda mais magnitude e imponência ao espetáculo. No meio daquelas gargantas gigantes, eu me senti num cenário a la Senhor dos Anéis. E essa sensação só se fez aumentar quando, de repente, eu me dei conta de que as águas geladas vermelho-sangue-quase-preto do Buracão, através da qual não se enxerga 5 cm abaixo da superfície, seriam o habitat perfeito para o esconderijo de um dragão pré-histórico gigante com asa e tudo.

É sério! Dragão tem tudo a ver com aquele cenário magnífico e, de alguma forma, sombrio!

A Renata, minha esposa, jura que isso é coisa da minha imaginação fértil! Mas, se ninguém consegue ver o que tem no fundo do buracão (e eu não sei se alguém já tentou ver o que tem lá) e se aquilo ali parece ser algo de outro mundo, nada tira da minha cabeça que esse dragão realmente exista e está escondido – dormindo, quem sabe? – debaixo daquelas águas.

Tenho certeza que já li sobre o “Dragão do Buracão” em algum livro!!! Só não me recordo qual…

Momento “Seleções”: eu sei que é piegas eu falar que, ali, no Buracão, você se sente um nada! Mas eu não tenho como não falar: ali, no Buracão, se você não sabia disso, vai ter a absoluta certeza de que é um nada, de que é um cocozinho, de que é insignificante, de que alguém ou alguma coisa (seja lá qual for a sua crença) é responsável por aquele fenômeno e de que o mundo, meu caro!, não gira ao seu redor.

A Renata, em algum lugar dessa foto!

E se você não estiver preparado para descobrir isso é melhor nem ir ao Buracão para não entrar em depressão profunda! O Ministério da Saúde não recomenda o Buracão para quem se acha o centro do universo!

Momento “Seleções” 2 (pule para o próximo parágrafo se não quiser sentir náuseas): eu só sei de uma coisa. Depois que eu vi a Cachoeira do Buracão e nadei nas suas águas geladas vermelho-sangue-quase-preto em cima de um dragão pré-histórico adormecido gigante, com asa e tudo, cuja existência ainda não foi cientificamente comprovada, mas que eu dou como certa, eu não tenho o menor receio de ser piegas ao quadrado e afirmar que, se eu morresse hoje, eu morreria feliz! Se não o dragão, pelo menos a Cachoeira do Buracão eu vi! E isso, por ora, me basta!

Eu e o guia Juba atrás da Cachoeira do Buracão!

Perto de outras trilhas da Chapada Diamantina, a do Buracão nem é das mais difíceis. Eu, particularmente, achei a da Fumaça mais puxada e ouvi dizer que a da Fumacinha é ainda pior. Embora ela também exija um certo vigor físico, a do Buracão tem uma incrível vantagem sobre as demais. A parte mais difícil da trilha está na volta, quando você precisa subir as paredes do “buracão”. E, nesse momento, você estará tão anestesiado com o que viu lá embaixo que já nem ligará em sofrer tanto. Será um preço justíssimo a se pagar pela recompensa que se teve!

Para chegar à Cachoeira do Buracão, você vai precisar de guia. A trilha não é demarcada e não pode ser percorrida sem a orientação de um profundo conhecedor do percurso. Além disso, faz toda a diferença ter um profissional capacitado e treinado para te acompanhar pelo caminho em caso de percalços ou, toc, toc, toc, acidentes.

Se você não estiver “empacotado”, poderá contratar um guia na própria cidade de Ibicoara, ponto inicial da trilha, em dois lugares: a) na ACVIb – Associação de Condutores de Visitantes de Ibicoara (formada exclusivamente por guias locais); ou b) na agência Bicho do Mato. No nosso caso, optamos por um guia da primeira, pagando R$60,00 pela diária.

A partir de Ibicoara, são aproximadamente 30 km em estrada de chão até o início da trilha, passando por um rio no meio do caminho (em período de chuva, pode haver restrição de passagem para carros de passeio), e mais 3 km de caminhada.

No meio do caminho tem um rio...

A Cachoeira do Buracão está situada numa reserva ambiental da Prefeitura de Ibicoara (você paga R$3,00 por pessoa para entrar no parque). Na área de estacionamento dos carros, há apenas um banheiro ecológico para necessidades fisiológicas. Por isso, é bom se preparar para a trilha levando lanches e água na mochila. Calcule gastar 3 horas para ir e voltar da Cachoeira, mais o período de contemplação que você, certamente, vai querer ter lá embaixo. Em todo o caso, não custa caprichar bem na sua merenda. Vai que você resolve se mudar de vez para o Buracão? Eu não duvido que isso realmente passe pela sua cabeça!

A trilha até a Cachoeira do Buracão guarda algumas surpresas que tornam ainda mais aprazível a caminhada. O Rio Espalhado – que vai desaguar lá no Buracão – passa por mais duas quedas antes de chegar ao seu destino final: a Cachoeira das Orquídeas e a Cachoeira do Recanto Verde.

A Cachoeira das Orquídeas

A Cachoeira do Recanto Verde

Mas não se engane! Elas são só um aperitivo perto da atração principal.

Pra falar a verdade, eu só não gostei de uma coisa da visita à Cachoeira do Buracão. Como ela foi a primeira atração que nós conhecemos na Chapada, todas as outras cachoeiras perderam um pouco o encanto. Não que elas sejam sem graça! Mas elas nem chegam aos pés da Cachoeira do Buracão. Então, se me permite, vai aqui um conselho: quando for planejar sua viagem à Chapada Diamantina, tente deixar a Cachoeira do Buracão para o final. Dessa forma, ela não ofuscará a beleza das outras atrações!

Ah! E torça para que o dragão pré-histórico gigante com asa e tudo que vive adormecido no fundo das águas geladas vermelho-sangue-quase-preto do buracão seja do bem! Vai que, durante a sua visita, ele resolve acordar e dar o ar da graça!

Leia todos os posts da série “Outras Rotas” clicando aqui.

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comentários

35 respostas para “Cachoeira do Buracão: eu vi! (mas o dragão, não!)”

  1. Maria Coelho Mancini disse:

    Que lugar fascinante!!

  2. Dudu Parajara disse:

    Sensacional, Tiago! Mais um lugar paradisíaco que você nos deixa com muita vontade de conhecer! Rapaz, e que paixão é essa sua por esse lugar hein! rsrs
    Vou torcer pra um dia poder ir à Cachoeira do Buracão e, quem sabe, conhecer seu dragão (com asa e tudo)…
    Excelente post.
    Abração

  3. Um dos seus posts mais bonitos! Lendo, a gente fica com boa parte da sua emoção e se transporta para o Buracão também (meio freudiano isso…rs). Belíssimas fotos! Que luz!!!
    Continua!!!

  4. Camila V. P. Altoé disse:

    A-D-O-R-E-I…
    Preciso ir!!! Seu post me deixou instigada a conhecer.
    Vai entrar na minha lista de prioridade para a próxima viagem!

  5. Eda disse:

    Nossa, fiquei emocionada ao ler seu relato Tiago, e o lugar instiga a nossa imaginacao mesmo, pode deixar que vou procurar o dragao p vc quando eu passar por la (porque depois desse relato seu – e que fotos maravilhosas! – nao tenho como deixar de ir conhecer mais esse cantinho especial do nosso estado!).
    Uma pergunta pratica: vc menciona que na volta tem-se q subir paredao acima, qual o nivel de dificuldade? Tem q se usar cordas? Tipo rock climbing?

    E quero deixar registrado aqui um enorme THANK YOU por vc tirar tempo pra dividir essas maravilhas naturais com a gente.
    Como vc encontra esses lugares tao maravilhosos eu nao sei mas valeu mesmo pelas dicas valiosas!

    Eda

  6. tiagodosreis disse:

    Pessoal, que bom que gostaram do post!

    Pelo comentário de vocês eu vejo que atingi o meu objetivo. Eu realmente tentei passar um pouco da emoção que senti ao ver aquilo lá, mesmo sabendo que ia ser difícil. É que a Cachoeira do Buracão não existe, podem acreditar!!!

    Ela é praticamente um anestésico!!! Você pára de pensar em tudo e, como eu falei, se limita a sua própria insignificância!

    Recomendo fortemente a visita para qualquer um!

    Eda, respondendo a sua pergunta: não acho que a subida da volta seja muito difícil não, embora toda subida exija um certo vigor físico, claro. Mas vc sobe quase tudo a pé mesmo, sem precisar de cordas. Só há dois pontos em que você precisa subir por escadas que já estão afixadas lá. De resto, é subir pelas pedras mesmo.

    Karol, você acredita que, dessa vez, foi a Renata quem me obrigou a ir atrás da Cachoeira para tirar fotos e aproveitar tudo do lugar? Eu juro que não queria ir… rsrsrsrs

    Valeu!

  7. Paulinha disse:

    Esse post foi o melhor!!!! AMEI!!!!

  8. Eduardo Altoé disse:

    Quando será o lançamento do seu livro “Menino Bobby e o Gingante Aquático”??? Vou comprar um com certeza..
    E quero o meu autografado.
    hehehehe

  9. tiagodosreis disse:

    Zé, pódexá que eu reservo um livro procês! rs

  10. Aninha disse:

    Realmente maravilhoso….tanto sua descrição, quanto as fotos!
    Tá de parabéns Tiago! Amei!

  11. […] acordar cedo no dia seguinte para conhecer a Cachoeira do Buracão, em Ibicoara (sobre a qual falei aqui). Mas o esperado sono tranqüilo passou longe! Às 22:00h os adolescentes chegaram do jantar e […]

  12. Só tenho uma coisa a dizer: Espetacular!!!

  13. […] da verdade, Lençóis não está assim tão perto de algumas atrações imperdíveis da Chapada. A Cachoeira do Buracão, a da Fumacinha e a vila de Igatu, por exemplo, estão a algumas horas de distância de Lençóis e […]

  14. Rosinalva disse:

    Tive o prazer de conhecer a Cachoeira do Buracão em dezembro de 2009, realmente é fascinante, fantástico, enfim é uma paisagem que faz com que agente se cale por alguns minutos com tanta beleza. Quero voltar outras vezes.

  15. Danielle disse:

    Oi Thiago. Sem querer te explorar, mas vc pode dar umas indicações de como se vai daqui de Vitória até a 1ª cidade visitada por vcs (Mucugê)? E também queria saber como vc contratou os passeios em cada cidade, com guia ou agência? Foi tudo feito na hora ou reservado com antecedência? Obrigada e por causa do seu blog estou trocando toda a minha programação de férias em janeiro…quero muito conhecer esse lugar! Parabéns pelo post.

    • Que nada, Danielle, é um prazer para mim compartilhar essas informações!
      Que bom saber que, de alguma forma, eu estou te ajudando nas suas férias! Isso me deixa muito feliz.
      Tenho certeza que você vai amar a Chapada! Esse lugar é incrível e o melhor de tudo: incrivelmente perto de nós, capixabas!
      Olha só, de Vitória, o melhor caminho para se chegar a Mucugê é indo “por dentro”, pela BR 116. Você vai pela BR 101 até São Mateus, depois pega o acesso, por uma rodovia estadual, até Boa Esperança e de lá segue até Montanha. De Montanha, vai a Nanuque, depois Teixeira de Freitas-MG e, daí, acessa a BR 116 até Vitória da Conquista. De Conquista é só pegar a BR 407 em direção a Brumado e, depois, a BA 142 para Mucugê. Esse é, sem dúvida, o melhor caminho.
      E eu posso te dizer isso com certa tranquilidade porque eu testei os dois acessos: na ida eu fui pela 101 até Eunápolis e de lá a Conquista; e na volta, esse aí de cima. Nossa, como eu me arrependi do caminho que fiz na ida! Entre Eunápolis e Vitória da Conquista eu passei por um estrada que era a verdadeira estrada da morte!!! Esburacada, sem acostamento e deserta!! Foi tensa!!
      As estradas na segunda opção são infinitamente melhores. Particularmente, a BR 116 e a BR 407 na BA estão um tapete, acredite (da fronteira da BA até Conquista, a 116 foi privatizada e você paga pedágio de R$2,60 para rodar quase 160 km)!!!! Se você, como eu, tem a imagem de que as estradas da Bahia são um horror, reveja os seus conceitos. Nesse trecho, elas dão um banho nas nossas! Vocês só precisarão de um pouco mais de atenção no começo da BA 142 nas cidades de Tanhaçu e Ituaçu, por causa do asfalto que está um pouco prejudicado. Mas nada de diferente do que temos por aqui! rs
      Quanto aos passeios, não contratei nada previamente. A maioria dos passeios você nem precisa de guia! A vantagem de estar de carro é essa. Nos meus posts eu indico quais passeios precisam e quais não precisam de guia. E, mesmo os passeios que exigem guia, como o da Cachoeira do Buracão, você contrata na hora mesmo lá em Ibicoara na Associação de Guias.
      A propósito, cada uma das cidades da Chapada tem a sua própria associação de guias. Assim, você nem precisa contratar passeios por agências. Nas Associações, os preços são bem menores.
      Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, fique à vontade para perguntar!
      Abs

  16. Ana Paula disse:

    Estou simplesmente fascinada pelas suas descrições. Estou me sentindo na chapada. Já estava planejando ir para lá e nas minhas pesquisas pelas atrações do local, graças a Deus encontrei o seu blog. Cada post que leio vira uma obsessão passar por lá. Vocês reservaram as hospedagens previamente? Se não, era difícil encontrar vagas? Teve algum passeio que você fez que “se arrependeu”, ou melhor, poderia ter destinado o tempo para outra coisa?
    Antes de ler seus posts eu já tinha pensado em começaR pelo buracão, por uma questão de comodidade, pois quero ir subindo para chegar em lençóis no final de semana, já que, pelo que me disseram, é onde tem programações noturnas.
    Pensei em sair de Salvador direto para Igatu, passar a tarde lá, conhecer o que tiver de interessante (dá tempo em uma tarde?) dormir e no outro dia cedinho, arrumar as malas e ir para o buracão. Essa visita normalmente é de quanto tempo? O dia inteiro? Pois de lá, penso em ir para Andaraí ou Mucugê (qual vc recomendaria?) pra dormir. Quero conhecer os 2 lugares. Dá pra fazer um bom tour em um dia apenas?
    Daí, ir para Lençóis e passar o fim de semana lá.
    Fico no aguardo das dicas… e, mais uma vez, tudo isso aqui montado por você está perfeito! Muito bem descrito e ilustrado.

  17. Ana Paula disse:

    Ah, estou indo pra lá dia 12/out e volto 16. Pouco tempo, mas….

    • Oi, Ana Paula, que bom que gostou!
      A Chapada é um lugar fascinante mesmo e vc, morando tão pertinho, não pode deixar de conhecê-la (se é que já não conhece!).
      Bom 5 dias pela Chapada é muuuuuito pouco, vc deve imaginar. Nesse caso, eu nem te recomendaria quebrar muito a sua hospedagem como eu fiz (eu fiquei 13 dias).
      Acho que vc gastaria muito tempo com deslocamentos, arrumação de mala, check-in e check-out nas pousadas e tal, sacrificando a sua viagem. Porque não cogita a possibilidade de ficar só em Lençóis (já que vc procura agito noturno)? Pode ter certeza que vc terá coisa para fazer nos 5 dias!
      Em todo caso, respondendo diretamente as suas perguntas:
      a) eu reservei as pousadas com antecedência sim. Mas, se vc não tiver nenhuma preferência, creio que isso não é necessário. Tem muita oferta por lá.
      b) não me arrependi de nada. Pelo contrário, me arrependi de não ter destinado mais tempo a Igatu, por exemplo.
      c) eu conheci Igatu em uma tarde. Para muitos seria suficiente. Eu preferia passar uma noite lá. Mas isso é algo absolutamente pessoal porque Igatu é uma cidadezinha que, literalmente, não tem “nada”. Não é todo mundo que gosta de lugar pacato.
      d) sinceramente, descarte dormir em Andaraí. A cidade, em si, é feia. E vc pode muito bem conhecer os arredores estando em Mucugê ou Lençóis, que tem melhor infra-estrutura de pousadas.
      e) o passeio ao Buracão dura uma tarde mais ou menos, dependendo do tempo que vc ficar lá na Cachoeira.
      f) se vc insistir em quebrar a sua viagem, eu recomendaria ir direto para Mucugê e, de lá, conhecer o Buracão. No dia em que vc for para Lençóis saia bem cedo e encaixe a vila de Igatu e os poços Encantado e Azul (como eu fiz). Você chegará a Lençóis a tempo de aproveitar a noite.
      Se quiser outras informações, estou às ordens.
      Abs,
      Tiago

      • Ana PAula disse:

        é que quero ir no buracão, no poço encantado, em Igatu e Mucugê. Não sei quanto tempo preciso pra isso… E em Lençóis, quero ir no pai Inácio e na fumaça, gruta azul e pratinha. Não sei quanto tempo precisaria para cada passeio. E se eu ficar em Lençóis, aí é que vai ficar difícil ir e voltar pra parte sul da chapada! E não to tão a fim de badalação noturna não… é só pra o caso de não ter o que fazer nas noites… passear na cidade!
        então é isso…
        Abç
        Ana PAula

  18. […] vou melar a brincadeira. E, por ora, como post mais bonito, eu escolho o que eu escrevi sobre a Cachoeira do Buracão, na Chapada Diamantina. Acho que eu consegui passar um pouco da emoção que senti ao ver a […]

  19. Marília disse:

    Achei muito boons os comentários sobre o local, estava procurando um destino para minhas próximas férias e já decidi.

    Na verdade o que achei mais divertido foi a história do dragão. Visitei a chapada dos veadeiros e cheguei em uma cachoeira enorme, acho que o nome era poço encantado, e no começo fiquei morrendo de medo de entrar, justamente porque estava meio “maluquete” e tinha certeza absoluta que tinha um dragão no fundo do poço que era enorrrrrrrme!

    Mas já sei que o dragão do buracão é mancinho né?

  20. Adriana disse:

    Nossa, uma foto mais linda que a outra…
    Como vocês fizeram pra carregar mochila e máquina fotográfica?
    Dá pra andar pelas beiradas das paredes do cânyon? não é perigoso escorregar e cair?
    Aliás suas fotos ficaram super nítidas. Vc usou câmera profissional?

    Valeu pelo post…. Muito legal!

    • Oi, Adriana, obrigado pela visita e elogios!
      Dá pra ir caminhando pelas bordas do Canyon, sim. Perigoso é porque é molhado. Tanto que, na ida, nós fomos nadando e o guia levou a nossa mochila e a máquina.
      Na volta, a Renata, com medo do “dragão” :-), também voltou pelas bordas. É só ter bastante cuidado.
      Nessa época, eu não tinha câmera profissional, não. Minha máquina era uma Sony HX1.

  21. Eliana disse:

    Parabéns pelo relato!

    Vou à Chapada em maio e estou ansiosa para conhecer este cenário fantástico que você descreveu.

    Ah! Seguirei seu conselho e deixarei a Buracão como último passeio, para não “ofuscar” os demais.

    Abs,
    Eliana

  22. Veronica disse:

    Nossa…fiquei totalmente deslumbrada…Vou para a chapada agora em dezembro e vou ficar em lençóis. Vc poderia informar como chego nesse paraíso chamado Buracão? E seguro mesmo a trilha? Vc falou que tem que nadar uma parte…e muito? Agradeço muito pelo post, viu? CoConsegui sentir a sua emoção… post fascinante. Grande abraço!!!

    • Oi, Veronica, que bom!
      De Lençóis você precisa ir até Ibicoara, passando por Mucugê. Lá em Ibicoara é só você se informar que todo mundo te indica o caminho. O bom é contratar um guia para te levar porque a trilha não é demarcada.
      Você precisa nadar por esse corredor de água que você vê na foto. Não é uma grande distância, não. Algumas pessoas vão pelas pedras, mas é muito escorregadio. Eu não recomendaria.

  23. Eric Sabino disse:

    Camarada tenho que concordar contigo no que diz que o Buracão é o lugar mais bonito da Chapada Diamantina e por que não um dos lugares mais lindos que conhecemos na vida. Com o tal dragão em suas águas escuras do Buracão ou não ali é um lugar fascinante, um lugar onde se pode contemplar o quão bondoso és Deus por nos permitir conhecer esse lugar. Simplesmente sem palavras para a Cachoeira do Buracão e recomendo a todos uma visita e se for pra chapada e não for lá, sinto lhes dizer que não conheceu todas as belezas da Chapada Diamantina.

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