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14
jun.
2012

O dia em que Florença virou Salvador!

Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

Eu poderia ficar aqui falando mil e uma coisas sobre a nossa passagem por Florença, na Itália, para tentar te convencer do fascínio que a capital da Toscana desperta no mundo todo. Eu poderia engrossar o coro da blogosfera de viagem ao dizer que a cidade é uma das mais belas e encantadoras da Itália; que é um museu a céu aberto; que é o berço do Renascimento e, por isso mesmo, palco de obras de artistas como Michelangelo, Botticelli, Leonardo da Vinci e Donatello; e que ela é a porta de entrada para o seu #toscanafeelings.

Eu poderia, mas não vou.

Não que esses “detalhes” não mereçam o meu registro aqui no blog. Mas a verdade é que, por alguma razão bem bairrista ou patriótica, eu não consigo me esquecer do dia em que Florença virou Salvador!

Era domingo e a cidade estava lotada. A manhã começara cinza e nublada, mas a frente fria parecia perder força. Depois de um passeio pela Piazza Michelangelo, onde tivemos um agradável encontro com um casal de amigos pra lá de queridos, a Silvia e o Bruno (beijão procês!!!), eu e a Renata paramos para almoçar nos arredores da Praça do Duomo.

Ali, uma trilha sonora bem brasileira começou a ganhar força. O ritmo era inconfundível: samba.

No final da rua, um pequeno aglomerado de pessoas fazia as vezes de bloco de carnaval, caminhando lentamente ao som dos batuques.

No meio delas, uma banda, ou melhor, a Sambanda, uma espécie de Olodum florentino, comandava a animação.

As referências ao Brasil estavam por toda parte, além da música. Nos acessórios dos instrumentistas, nos adesivos pregados aos seus instrumentos e, principalmente, na alegria do público ao redor.

Foi emocionante – e muuuuuito engraçado – ver aquele povo todo arriscando um ziriguidum meio desengoçado ao som do nosso samba.

Essa senhora aí em cima, então, era uma atração à parte. Não havia uma só máquina fotográfica ou filmadora que não focava no seu rebolado. Dá só uma olhada na sua performance:

E, de repente, eu me senti em Salvador! De repente eu percebi que um pouquinho mais de sol e de cor teriam feito de Florença uma autêntica filial do Pelô.

Tem como esquecer uma cidade dessas?

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comentários

2 respostas para “O dia em que Florença virou Salvador!”

  1. Silvinha disse:

    Adorei o post! As fotos ficaram lindas… Inesquecível mesmo foi encontrar vc e a Renata, por acaso, em Florença! Bjs pra vcs!

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