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27
jul
2012

Florença e as praças

Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

Dizer que Florença é um “museu a céu aberto” pode soar meio exagerado. A verdade é que a maioria das atrações imperdíveis de Florença não são tão “abertas” assim, como você viu nos meus posts anteriores. Elas estão quase sempre em lugares fechados que cobram ingresso para visita.

Mas, do ponto de vista da estética urbana, Florença é, sim, um autêntico “museu a céu aberto”. Você não precisa entrar em nenhum museu ou igreja para admirar a herança arquitetônica e artística do Renascimento na cidade. Ela está por toda a parte nas ruas e, principalmente, nas praças de Florença.

Florença é recheada de praças. Quase todas ostentam pelo menos uma estatuazinha esculpida por algum artista italiano famoso da época do Renascimento. Mas duas delas são especialmente caras.

A primeira é a Piazza della Signoria, a mais famosa das praças florentinas. Nenhuma outra praça da cidade tem tantas obras de arte.

E o pior é que nem precisava de tanto. Só a presença da réplica do Davi, de Michelangelo, já seria suficiente para arrastar a multidão que você vê todos os dias por lá.

A Patrícia Camargo, do Turomaquia, descreve cada uma das estátuas da Piazza della Signoria nesse post.

A segunda é a Piazza Michelangelo, do outro lado do Rio Arno. Essa praça, que tem cópias de estátuas de Michelangelo, fica num elevado, com uma visão privilegiada do skyline de Florença. Dá uma olhada no que você vê lá de cima:

Potencialize isso aí com as luzes do entardecer e imagine as fotos que você pode tirar de lá com um pôr-do-sol de brinde.

Aliás, a Piazza Michelangelo e o Palazzo Pitti são as únicas duas atrações que podem te levar a cruzar o Rio Arno numa primeira visita à Florença. Todas as outras principais atrações estão do lado de cá do rio.

E se você for cruzar o Rio Arno, faça-o pela Ponte Vecchio. Assim você já fica conhecendo outra atração grátis da cidade.

A Vecchio divide com o Davi e o Duomo 90% dos cartões postais da cidade. Em toda a sua extensão, um apinhado de joalherias e ourivesarias a transformam em um mercado de rua.

Sua construção é de 1345 e, por milagre, foi a única ponte da cidade que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Todas as outras foram reconstruídas mais tarde.

Um último aviso para o bem do seu bolso. É fato que visitar as praças de Florença não te custa nada. Mas é fato também que as maiores roubadas gastronômicas costumam estar nessas praças, com especial destaque para a Piazza della Signoria. Sentar numa mesa de um restaurante ao redor dela pode te custar o olho da cara.

Por isso, se não quiser estragar o seu programa “mão-de-vaca”, compre um gelato ou um pedaço de pizza em uma lanchonete dos arredores e vá para o meio da praça. A sensação de “ver Florença passar” será a mesma, só que beeeeeem mais em conta.

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comentários

Uma resposta para “Florença e as praças”

  1. Ricardo disse:

    Os italianos sao malandros… Se vc senta dentro do cafe… eh um preço. Fora… outro. E se leva p viagem eh dez vezes mais barato. Alias, em Florença deve-se tomar cuidado com a casquinha do gelato. Tomei uma manta enorme com uma casca diferente (e pior) que aumentou o preço do sorvete em 4x…. kkkkkk…

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