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06
maio
2016

Pedra Azul: o que fazer? (dicas de atrações)

Pedra Azul

Tudo o que você precisa saber para entender – e amar – Pedra Azul está escrito nesse post. Mas, para completar o conteúdo da Série Especial Pedra Azul aqui no Rotas, falta ainda falar sobre “o que fazer“, “onde comer” e “onde se hospedar“, tal como eu fiz com Santa Teresa e Itaúnas.

Nesse primeiro post, vou fazer uma seleção dos melhores programas e atrações para se fazer/conhecer em Pedra Azul. Já adianto que o rol não é exaustivo. Na verdade, é apenas um resumo do que EU – repetindo – EU considero ser o melhor a se fazer na região.

Para você planejar a sua viagem, sugiro considerar o máximo de 3 passeios por dia (com exceção do 10, que leva o dia todo). Dessa forma, de acordo com o número de passeios que você tiver interesse, vai ser possível calcular a quantidade de dias na região. De cara, você vai ver que é um pecado fazer de Pedra Azul um mero bate-volta.

Se você leu o post-introdução da Pedra Azul que eu recomendei logo no início do texto, já deve imaginar que as atrações aqui citadas não vão se restringir aos arredores da Rota do Lagarto. O mapa geo-político-turístico de Pedra Azul se estende até Venda Nova do Imigrante, de modo que as propriedades do agroturismo de Venda Nova também serão listadas aqui.

Chega de enrolação e vamos à lista.

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1) O Parque Estadual da Pedra Azul

Como eu já expliquei nesse post, o Parque Estadual da Pedra Azul é aberto à visitação. Lá dentro, é possível fazer trilhas que te levam bem pertinho da Pedra Azul (e seu lagarto). A mais famosa e procurada é a que leva até as piscinas naturais que ficam no ponto de junção entre a Pedra Azul e a Pedra das Flores.

Piscinas Naturais

A vista é incrível e vale o esforço da escalada.

2) Cavalgada Ecológica no Fjordland

Outro passeio imperdível – especialmente para as crianças – é a cavalgada ecológica do Fjordland, sobre a qual eu já contei aqui e aqui.

Cavalgada Ecológica Fjordland

São duas trilhas – uma curta e outra longa – que você faz em cavalos da raça Fjord (aqueles pequeninos). Na trilha longa, que só sai mediante agendamento e número mínimo de pessoas, você vai até o chamado Mirante do Lagarto, bem pertinho da Pedra Azul.

Ainda no Fjordland, tem mini-fazendinha, playground e cafeteria. Não deixe de tomar um café apreciando o melhor item do cardápio: a vista para a Pedra Azul.

Cafeteria Heimen

Fica no km 2,2 da Rota do Lagarto.

3) Passeios de quadriciclo

Para quem gosta de aventura, dá para fazer passeios de quadriciclo por trilhas localizadas numa fazenda adjacente à área do Parque. É uma bela oportunidade para ver ângulos exclusivos da Pedra.

O passeio é oferecido pelo Ecoparque Pedra Azul Aventura, que tem também rapel, paintball e área pra camping. Fica no km 3 da Rota do Lagarto.

4) Passeios de bicicleta

Já no finalzinho da Rota do Lagarto, no km 7, a Pedra Azul Ecotur aluga bicicletas convencionais e elétricas para quem quer curtir a paisagem sobre 2 rodas.

Bicicletas Pedra Azul

Você pode pedalar pela própria Rota do Lagarto – tendo o máximo de cuidado e atenção na estrada, que é estreita e não tem ciclovia – ou seguir tranquilo pela ciclovia do chamado Caminho das Flores, um trecho de 9km da Rodovia ES 164, que começa no exato ponto onde acaba a Rota.

5) Arvorismo e Tirolesa

Arvorismo

Ainda no quesito “aventura”, a região tem 2 espaços para a prática do arvorismo e tirolesa. No primeiro deles – o Selva Sassiri – eu já fui e contei aqui. No segundo – o Pedra Azul Adventure Park – eu ainda não fui.

6) Cervejaria Altezza

Eu já falei sobre a Cervejaria Altezza nesse post. É a primeira cervejaria artesanal de Pedra Azul.

Cervejaria Altezza

Além de conhecer o processo artesanal de fabricação da cerveja, você pode fazer uma degustação apreciando a vista da Pedra Azul.

Cervejaria Altezza

E que vista!

Fica em São João de Viçosa, distrito de Venda Nova.

7) Orquidário Caliman

A rigor, você não precisaria ir até o Orquidário Caliman para ver ou comprar orquídeas. Há vários orquidários de fácil acesso à beira da BR 262 no município de Marechal Floriano e, na própria Rota do Lagarto, tem sempre uma banquinha do Orquidário Chalé Verde, de Aracê, com orquídeas à venda.

Mas, pelos comentários que os orquidófilos deixaram nesse post, dá pra ver que a grandiosidade do Orquidário Caliman chama atenção.

Fica na Lavrinha, em Venda Nova.

8) Visita às propriedades do agroturismo

Pedra Azul e Venda Nova são famosas pelo seu agroturismo. São várias propriedades rurais que se abrem para receber turistas interessados em conhecer o local ou adquirir os produtos. Cada um adelas, portanto, vale por uma atração. Mas é bom saber que, na maioria, a visita se limita a isso: conhecer a “lojinha” e comprar os produtos expostos. Com raras exceções, não há muita interatividade ou contato com o processo produtivo.

Nesse post, eu listei todas as propriedades catalogadas pela Prefeitura de Venda Nova. Aqui, sem pretensão de fazer a mesma coisa, eu destaco as principais e mais famosas de Venda Nova e Pedra Azul:

a) Penhazul: morangos orgânicos

Pedra Azul

Há controvérsias, claro. Mas, pra mim, os melhores morangos de Pedra Azul são os da Penhazul. A propriedade está encravada no chamado “vale dos morangos”, com acesso por uma estradinha que começa logo após a portaria do Parque.

Os morangos produzidos na Penhazul são orgânicos e isso faz toda a diferença no sabor. Mas saiba que a “atração” do lugar é simplesmente essa: comprar os morangos que eles colhem e outros produtos que eles fabricam. É claro que o cenário ajuda. Mas a ida até lá só vale a pena para quem estiver interessado em conhecer e comprar os morangos.

b) Sítio Herança: colheita de morangos

Esse é outro sítio que também é especializado na produção e venda de morangos. Mas, aqui, o grande diferencial é a possibilidade de você mesmo colher o morango que quer consumir/comprar, bem ao estilo “colhe-pague”.

Fica no início da Rodovia ES 368.

c) Sítio Lorenção: socol

Socol é um embutido de carne de porco legado pelos imigrantes italianos à culinária de Venda Nova. O original da Itália tinha outro nome – ossocollo – e era feito com a carne do pescoço do animal. Mas, nas cozinhas de Venda Nova, ele ganhou, além de um apelido, um novo ingrediente para se ajustar ao paladar do brasileiro: o lombo.

Socol

Em Venda Nova, você encontra o socol à venda em várias propriedades. Mas o mais famoso deles é o do Sítio Lorenção, sobre o qual eu já falei aqui.

Fica na Tapera.

d) Fazenda Carnielli: queijos e café

Eu já falei aqui que, de tão profissional, a Fazenda Carnielli é quase um agronegócio do agroturismo. 😉

Fazenda Carnielli

Nela, o grande chamariz são os queijos e o café. Destaque para o resteia, queijo de origem italiana que, no Brasil, só é produzido ali.

Mediante agendamento e pagamento de uma taxa, é possível participar de uma visita interativa, onde é apresentada a história da família e do agroturismo capixaba, bem como o processo produtivo da fazenda. Fora isso, a visita se limita à lojinha onde estão expostos os produtos.

e) Sítio Busato

Bem pertinho da Carnielli, o sítio da família Busato é famoso pela fabricação da cachaça Teimosinha e de queijos. Você pode visitar o alambique da propriedade e conhecer a câmara onde os queijos são curados.Família Busato

A sede da propriedade é uma típica fazenda de antigamente, com paredes de taipa e janelas de madeira.

9) Zoo Park da Montanha

Zoo Park da Montanha

É o primeiro e único zoológico do Espírito Santo. Ele fica a 42 km de Pedra Azul, no município de Marechal Floriano, com acesso pela BR 262 (há placa sinalizando a entrada).

São quase 700 animais de 170 espécies, com destaque para as aves do viveiro de imersão e os grandes felinos: tigre, onça e leão.

O ingresso custa R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia), para crianças de 2 a 12 anos. Crianças até 2 anos não pagam.

10) Domingos Martins (sede)

Domingos Martins

Apesar de ser um distrito de Domingos Martins, Pedra Azul fica distante 55 km da sede do município. É por isso que, apesar de viável conjugá-las num mesmo bate-volta a partir de Vitória, como eu sugeri aqui, o melhor mesmo para aproveitá-las a fundo é tratá-las como regiões turísticas autônomas, dedicando 1 dia para cada uma.

Mas nada impede que, estando em Pedra Azul, você faça da sede de Domingos Martins um bate-volta para conhecer o legado da imigração alemã no Espírito Santo.

Domingos Martins

Chegue cedo e circule a pé pelo centro histórico. Repare nos casarios de arquitetura alemã e nas placas que apresentam estabelecimentos em português e alemão. Se ficar interessado na história dos imigrantes, vá até a Casa da Cultura, onde funciona o Museu Histórico de Domingos Martins.

Domingos Martins

A Praça Arthur Gerhardt – a mais fotogênica da cidade – é o lugar ideal para você descansar. Nela está a famosa Igreja Luterana, a primeira igreja evangélica do Brasil construída com uma torre.

Domingos Martins

Para almoçar aposte nos restaurantes da simpática Rua do Lazer.

A tarde, a melhor pedida é o passeio pela Reserva Kautsky, legado do naturalista Roberto Kautsky, famoso por seu trabalho de preservação de orquídeas. Ali estão espécies endêmicas e outras quase extintas de orquídeas e bromélias. Mas é bom ligar no dia anterior para agendar o passeio (telefone 27 3268-2300).

Antes de ir embora, vale uma parada no bar recém-inaugurado da Cervejaria Barba Ruiva. Mas é claro. Isso só vale para quem NÃO está dirigindo. 😉

Leia todos os posts de Pedra Azul aqui.

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19
ago
2015

Para entender (e amar!) Pedra Azul

Foto: Yuri Barichivich (www.yuribarichivich.com)

Foto: Yuri Barichivich (www.yuribarichivich.com)

Para nós, capixabas, não há dúvida: Pedra Azul é o principal destino turístico de inverno do Espírito Santo. Embora o que se convencionou chamar de Montanhas Capixabas não se restrinja a ela (lembro aqui que Santa Teresa também faz parte das nossas montanhas), é inegável que há uma aproximação quase automática entre a região serrana e Pedra Azul.

Mas, afinal, o que é essa tal de Pedra Azul?

Pedra Azul

A pergunta pode parecer óbvia para quem mora aqui no Estado. Mas não é para quem vem de fora. Recebo muitos emails de leitores perguntando se dá pra visitar Pedra Azul e Santa Teresa no mesmo dia (não, não dá!!!!). Foi pensando nisso que eu resolvi explicar didaticamente Pedra Azul para o turista “forasteiro”, tal qual eu fiz com Santa Teresa. É mais uma contribuição que eu dou para mostrar que o turismo do Espírito Santo vai muito além das praias. 😉

Tecnicamente, o nome Pedra Azul é usado em 4 acepções mais comuns:

a) a primeira delas é a mais óbvia: Pedra Azul é o nome do conjunto rochoso mais famoso do Estado.

Pedra Azul

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Muito provavelmente, você já viu foto dela em algum cartão postal do Espírito Santo. A Pedra Azul tem 1.822 metros de altitude e é especialmente conhecida por essa saliência em forma de lagarto que parece subir a pedra.

Pedra Azul

Reza a lenda que o nome se deve à coloração azulada que a pedra adquire em determinadas horas do dia em função da radiação solar. Mas eu confesso que nunca a vi azul.

b) a segunda acepção diz respeito ao parque estadual que se criou para proteção do bioma predominante na Pedra Azul: o Parque Estadual da Pedra Azul. Devido ao clima montanhoso e úmido, a vegetação local é riquíssima e cheia de espécies endêmicas de orquídeas e bromélias. E para proteger tudo isso o Governo do Estado criou o parque em 1961.

Parque Estadual Pedra Azul

A portaria do parque

Ao todo o parque tem 1.240 hectares. Uma pequena parte está aberta à visitação e pode ser percorrida através de trilhas guiadas (veja mais informações aqui).

Pedra Azul

A visão do “lagarto” na subida da trilha

c) outra acepção possível é também o distrito de Pedra Azul (que, na verdade, se chama Aracê), que fica bem pertinho do parque e integra o município de Domingos Martins. Oficialmente, Pedra Azul – e aqui eu me refiro indistintamente à pedra, ao parque e ao distrito – está no território de Domingos Martins, a mais famosa das cidades serranas. Mas se engana quem pensa que é fácil visitá-la a partir da sede da cidade. Não é. Ela está distante cerca de 40 km da sede, cujo acesso se dá pela movimentada, sinuosa e lenta BR 262.

Pedra Azul

O distrito de Pedra Azul

É por isso que, do ponto de vista turístico, o distrito de Pedra Azul (Aracê) é autônomo em relação à cidade de Domingos Martins (e até hoje há uma luta pela emancipação política da região). E para quem deseja aproveitar ao máximo as atrações de Pedra Azul sem se preocupar com o tráfego da BR, hospedar-se na sede do município não é lá uma boa opção.

A Pedra Azul “distrito” é quase uma vila, de tão pequenina. E, verdade seja dita, não há nenhum apelo arquitetônico que faça valer a visita até lá. Por isso que, apesar desse pequeno aglomerado urbano, o turismo de Pedra Azul é essencialmente rural. Não há um centrinho aglutinador que sirva de referência para os turistas, como há em Santa Teresa, por exemplo. O que há são atrações naturais e estabelecimentos turísticos (em sua maioria, de natureza rural) espalhados por toda a região.

Pedra Azul

O distrito só lhe será útil para duas coisas: abastecer o carro (aí está o posto de gasolina mais próximo) e sacar dinheiro (há postos de antedimento do Banestes, Caixa e Sicoob). E não custa lembrar: é bom levar dinheiro ou cheque. A situação já está mudando, mas ainda há vários estabelecimentos que não aceitam cartão de crédito/débito.

d) por fim, em sua acepção linguística mais comum, Pedra Azul se refere à micro-região turística que cresceu e se estabeleceu no entorno da pedra e do parque. É geralmente a isso que o capixaba se refere quando fala que vai pra Pedra Azul… mesmo que tecnicamente ele se hospede numa pousadinha de Venda Nova do Imigrante. 😛

Pedra Azul

Na verdade, a região turística de Pedra Azul não obedece à geopolítica local. Ela tem o seu epicentro no grande triângulo imaginário formado, em seus lados, pela intersecção da BR 262 com a Rodovia Estadual 164 e, em sua base, pela chamada Rota do Lagarto (sobre a qual falarei no próximo post). Mas não seria nenhum despautério turístico incluir aí os estabelecimentos do agroturismo de Venda Nova, cuja sede está a apenas 10 km de Pedra Azul.

Pedra Azul

Logisticamente falando, a dobradinha Pedra Azul + Venda Nova é bem mais viável que Pedra Azul + Domingos Martins.

Nesse triângulo imaginário se estabeleceu o maior número de pousadas e restaurantes por metro quadrado das nossas montanhas.  Me arrisco a dizer que essa vis attractiva foi gerada pela confluência de 3 fatores principais: a beleza natural da região, a herança cultural da imigração européia e a atividade criativa dos proprietários rurais que fizeram do agroturismo a mola propulsora da economia local. Esse é basicamente o mix de ingredientes que faz de Pedra Azul um dos maiores e mais bem preparados destinos turísticos capixabas (embora ainda pouco conhecido fora do Estado).

Foto: Yuri Barichivich (www.yuribarichivich.com)

Foto: Yuri Barichivich (www.yuribarichivich.com)

A beleza natural de Pedra Azul deve muito à preservação da mata atlântica local. Tá certo que a cobertura verde já foi mais extensa e tem diminuído ano a ano pelas mãos da especulação imobiliária e da falta de compromisso do poder público municipal (alô, Prefeitura de Domingos Martins!!! leia mais sobre isso aqui e aqui). Mas, especialmente no entorno do parque, a exuberância da mata chama atenção.

Pedra Azul

Sobre o legado da imigração européia nas montanhas capixabas eu já falei várias vezes aqui no Rotas quando contei sobre a origem de Venda Nova e Santa Teresa. Pedra Azul está bem no meio da região que, no final do século XIX e início do século XX, recebeu correntes de imigrantes europeus vindos, principalmente, da Itália e Alemanha. Por isso você vai encontrar diversos elementos desses dois povos na formação da cultura local, especialmente na gastronomia.

Pedra Azul

Marietta Delicatessen

Já o agroturismo dispensa comentários. Aquilo que eu falei sobre Venda Nova se aplica indistintamente a Pedra Azul, que, nesse ponto, é praticamente uma extensão da primeira.

Pedra Azul

Penhazul Morangos Orgânicos

Em Pedra Azul o que não falta é opção de propriedades rurais para você visitar!

Além desses três fatores, dois outros contribuem para o carinho especial do capixaba por Pedra Azul: o clima ameno e a incrível proximidade da capital. A altitude média da região fica em torno de 1.000 metros, fazendo com que as temperaturas caiam para baixo dos 10 graus no inverno. Por outro lado, são apenas 80 km de Vitória pela BR 262. Como se diz por aqui, é muito rápido e fácil fugir do calor de 40º das nossas praias para curtir um friozinho “europeu” nas nossas montanhas! 😉

Pedra Azul

Para quem é de fora, é perfeitamente possível conhecer Pedra Azul a partir de um bate-volta desde Vitória, como eu sugeri nesse post. Mas o ideal mesmo é reservar um final de semana para aproveitar ao máximo as atrações que a região oferece. Boa parte delas já foram comentadas aqui no Rotas. Por isso, enquanto não sai um post redondinho compilando essas atrações num roteiro sugerido (eu prometo que um dia ele sai!), você pode planejar a sua viagem lendo todos os posts que eu já fiz sobre elas clicando nos links abaixo:

A Rota do Mar e das Montanhas

O Parque Estadual da Pedra Azul

Fjordland: passeios a cavalo em Pedra Azul

Altezza: cervejaria artesanal em Pedra Azul

O socol do Sítio Lorenção

Fazenda Carnielli: o agronegócio do agroturismo de Venda Nova

Arvorismo em Venda Nova do Imigrante

O agroturismo de Venda Nova do Imigrante

A riqueza de Venda Nova do Imigrante

Festa da Polenta em Venda Nova

Cila e Claudia: as “tias” do agroturismo de Venda Nova

A massa do Valsugana (Restaurante Valsugana)

Alecrim Dourado! (Restaurante Alecrim)

Pousada Rabo do Lagarto: charme e romantismo em Pedra Azul

Pedra Azul e Domingos Martins: o relato da Eda

Orquidário Caliman

Trem das Montanhas Capixabas: como é o passeio?

Trem das Montanhas Capixabas: informações básicas

* Em parceria com o Booking.com, todas as reservas feitas através dos links citados neste post geram comissão para o blog, sem que você pague nada a mais por isso. É uma forma de ajudar a manter o blog sem qualquer custo para você!

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21
jan
2015

5 sugestões de bate-volta redondinhos a partir de Vitória

Pedra Azul

Pedra Azul

Do mar à montanha em 40 minutos”. Um dos motes da propaganda oficial do Governo do Estado do Espírito Santo faz realmente todo o sentido. Em um estado de distâncias tão curtas e cheio de diversidades geográficas e culturais, é muito fácil rechear a sua viagem com passeios super diferentes um do outro. Você pode tomar um banho de mar pela manhã e experimentar o melhor da culinária italiana nas montanhas capixabas à tarde, curtindo um clima bem mais agradável. Ou então, conhecer o legado da nossa colonização à beira-mar e, ainda, fazer um passeio de escuna pelas águas de um rio e visitar uma reserva indígena em Aracruz.

Para facilitar a sua vida, nesse post eu vou dar 5 sugestões de bate-volta redondinhos a partir de Vitória. Todos estão a 1 hora (no máximo!!!) de viagem da capital. Tem praia, tem montanha, tem passeio cultural e gastronômico. Basta que você escolha aquele que mais se identifica com o seu perfil de viajante.

Confira dicas de hospedagem em Vitória aqui

03
out
2013

O socol do Sítio Lorenção

Sitio Lorenção

Sitio Lorenção

O Sítio Lorenção, de Venda Nova do Imigrante, é mais um caso de sucesso do agroturismo da cidade. Mas, ao contrário dos Carnielli, os Lorenção devem sua fama, basicamente, a um único produto: o socol.

Se você não é do Espírito Santo, talvez você nunca tenha ouvido falar do socol. Eu mesmo o desconhecia até bem pouco tempo atrás, quando eu ainda não tinha me aprofundado nas raízes e tradições das montanhas capixabas.

18
set
2013

Fazenda Carnielli: o agronegócio do agroturismo de Venda Nova

Fazenda Carnielli

Quem mora no Espírito Santo certamente conhece os produtos da Fazenda Carnielli. Pelo menos aqui na Grande Vitória, eles são facilmente encontrados nas gôndolas dos principais supermercados. E são tantos e tão variados que, quem não se dá conta da procedência, até pode pensar que se trata de mais uma multinacional da indústria de alimentos. 😀

Mas não. A Fazenda Carnielli, de Venda Nova do Imigrante, não é (ainda) nenhuma multinacional da indústria de alimentos. Ela é “só” mais uma propriedade rural da região que fez do seu agroturismo quase um agronegócio. O que começou com o trabalho solitário de um imigrante italiano e sua família na propriedade rural que eles adquiriram no finalzinho do século XIX, hoje se tornou um dos maiores cases de sucesso do agroturismo capixaba com inúmeros canais de distribuição da produção e pontos de venda no Estado.

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