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28
jun
2015

(Re)visitando Santa Teresa: entre clássicos e novidades

Em meados de maio desse ano a gente resolveu (re)visitar um lugarzinho que, vocês sabem bem, se tornou um dos meus recantos favoritos aqui no Espírito Santo: Santa Teresa. A gente aproveitou as festividades do mês de maio – que, aqui em casa, são três: dia das mães, aniversário da Renata e meu aniversário – para nos dar de presente isso: um final de semana na doce terra dos colibris.

Foi uma visita bem rápida. Fomos no sábado de manhã e voltamos no domingo na hora do almoço. Mas ainda assim deu para revisitar os clássicos e conhecer algumas novidades da terrinha (pelo menos pra mim).

Pousada Villa Theodora

Quanto às novidades eu destaco a Pousada Villa Theodora e o restaurante A Dona da Casa.

A primeira nem é tão novidade assim porque eu já falei sobre ela nesse post. Mas, ao contrário da visita anterior, dessa vez a gente se hospedou lá e teve a oportunidade de conhecê-la em funcionamento.

Villa Theodora

No geral, eu mantenho a recomendação dada no post que eu citei acima e continuo achando a Villa Theodora a melhor opção custo X benefício para famílias na cidade. Como ela fica afastada do centro, hospedar-se ali tem uma grande vantagem para quem procura sossego: o silêncio absoluto dos quartos à noite. Junte isso com o frio que faz por lá nessa época e pronto: você tem toda a desculpa do mundo para dormir o dia todo! 😉

Meu único porém nessa experiência foi o café da manhã: sem nenhum atrativo para encher nossos olhos. Talvez na alta temporada a situação seja diferente. Mas eu confesso que esperava uma mesa mais recheada de produtos do riquíssimo agroturismo capixaba.

IMG_1652

Restaurante A Dona da Casa

Já a segunda novidade foi mais uma indicação certeira que o Murilo Vago, Secretário de Turismo da cidade, me deu: A Dona da Casa, um restaurante de comida mineira que, se nega a origem dos imigrantes que fundaram a região, homenageia – e muito bem – o povo que faz da roça o seu lar afetivo.

A Dona da Casa

Pra começar, o restaurante é a própria “roça”. Ele está localizado numa fazenda à beira de um lago e de um curral com bois e cavalos. Aproveitando-se disso, eles disponibilizam passeios de pôneis e charrete gratuitamente para as crianças nos finais de semana.

A Dona da Casa

Maria foi à loucura, per supuesto.

A Dona da Casa

Além disso, a ambientação do salão remete às típicas casas de fazenda, com um big fogão à lenha aos fundos onde fumegam alguns dos pratos que eles preparam.

A Dona da Casa

No cardápio, as estrelas da cozinha mineira: costelinha de porco, tutu, frango caipira com angu e torresmo, todos em porções muito bem servidas e preços justos.

A Dona da Casa

Pra finalizar o dia de roça, doces caseiros, bolos e cafezinho de cortesia.

Mas, novidades à parte, o que nos levou de volta a Santa Teresa foram mesmo os clássicos. Mais exatamente, três clássicos: o Fabrício, o Museu Mello Leitão e os colibris.

Fabricio Bar e Restaurante

No Fabrício a gente foi para o nosso jantar-comemoração. Foi lá que eu, Renata e Maria cantamos parabéns para mim e para a Renata a três e à luz de velas. :-)

Fabricio Bar e Restaurante

De tabela, a gente pode ver a transformação da Rua do Lazer, a ruazinha histórica da cidade. De 1 ano pra cá, a rua está ainda mais movimentada e com novos empreendimentos e restaurantes.

O turismo definitivamente parece estar fazendo bem para Santa Teresa.

Já na manhã de domingo nosso destino era certo: o Museu Mello Leitão. Lá a gente tinha um encontro marcado com o maior dos clássicos de Santa Teresa: a varanda dos colibris de Augusto Ruschi.

Varanda dos Colibris

Taí um lugar que eu nunca vou cansar de visitar.

Varanda dos Colibris

E foi assim, entre clássicos e novidades, que a gente (re)visitou Santa Teresa. E se apaixonou ainda mais pela cidade.

P.S: Tudo o que você precisa saber para conhecer Santa Teresa está nesse post. Se faltar tempo para um final de semana (o ideal para conhecê-la por inteiro), vale um bate-volta a partir de Vitória, como eu recomendei nesse outro post.

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21
jan
2015

5 sugestões de bate-volta redondinhos a partir de Vitória

Pedra Azul

Pedra Azul

Do mar à montanha em 40 minutos”. Um dos motes da propaganda oficial do Governo do Estado do Espírito Santo faz realmente todo o sentido. Em um estado de distâncias tão curtas e cheio de diversidades geográficas e culturais, é muito fácil rechear a sua viagem com passeios super diferentes um do outro. Você pode tomar um banho de mar pela manhã e experimentar o melhor da culinária italiana nas montanhas capixabas à tarde, curtindo um clima bem mais agradável. Ou então, conhecer o legado da nossa colonização à beira-mar e, ainda, fazer um passeio de escuna pelas águas de um rio e visitar uma reserva indígena em Aracruz.

Para facilitar a sua vida, nesse post eu vou dar 5 sugestões de bate-volta redondinhos a partir de Vitória. Todos estão a 1 hora (no máximo!!!) de viagem da capital. Tem praia, tem montanha, tem passeio cultural e gastronômico. Basta que você escolha aquele que mais se identifica com o seu perfil de viajante.

Confira dicas de hospedagem em Vitória aqui

18
jul
2014

Santa Teresa: onde comer?

A gastronomia de Santa Teresa foi mais uma grata surpresa pra mim. Confesso que não esperava encontrar tantas e tão boas opções de restaurantes e cafés numa cidadezinha tão fora do mainstream turístico do nosso Estado. Contrariando a minha impressão inicial, nós comemos muito bem por lá.

A seguir eu listo os estabelecimentos que eu visitei e que eu recomendo a visita.

Mapa Restaurantes Santa Teresa

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