Todos os posts da Série “Rotas na Europa” organizados em forma de índice pra você!
PLANEJANDO A VIAGEM
E vamos todos para Paris (e Roma, Florença e Veneza)!
Rotas na Europa: o planejamento da viagem
ITÁLIA
Roma
Uma visita às 4 Basílicas Papais de Roma
Museu do Vaticano: sem fila e sem lugar-comum
Hotel Review: Ripa Hotel (Roma)
Florença
O dia em que Florença virou Salvador!
Hotel Review: Florence Room Bed & Breakfast (Florença)
Veneza
Hotel Review: Hotel Becher (Veneza)
Paris
Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.
Escolher hotel em Veneza não foi tarefa fácil. De todas as nossas escolhas pré-viagem, essa foi a que mais gerou conflito entre os meus lados muquirana e romântico. Eu realmente não contava que os preços dos hotéis por lá estivessem tão salgados e tão fora da curva das outras cidades. Mas eu também não queria abrir mão de proporcionar à Rê a sonhada experiência veneziana, daquela que começa pela decoração palaciana do quarto do hotel.
Por um momento, eu cheguei a cogitar excluir Veneza do nosso roteiro. Eu receava que, pelos preços dos hotéis, a cidade fosse cara demais para o nosso orçamento. Mas nenhuma viagem de lua-de-mel à Itália fica completa sem uma passada – breve que seja – pela mais romântica das cidades italianas: Veneza. Eu inflei as expectativas da Renata falando isso. E, na hora H, não dava para privá-la disso.
Daí que eu precisei fazer uma pequena adaptação nos nossos planos para “encarar” Veneza. Convenci a Renata a excluir alguns bate-voltas clássicos, como Siena e San Gimigniano (a partir de Florença) e Bruges (a partir de Paris), e a diminuir o nosso tempo de permanência em Veneza para suavizar o rombo. No final das contas, reduzimos nossas noites por lá de 4 para 3, como eu contei aqui. E, mesmo assim, a conta do hotel em Veneza foi a mais cara de toda a viagem.
Pelo menos, nós não temos do que reclamar. O Hotel Becher, nosso escolhido, não nos decepcionou em nada.
Optei pelo Becher depois de ler os comentários mais que elogiosos do Marcio Nel Cimatti (do blog A Janela Laranja), do JP Soares e da Mariângela nesse post do Viaje na Viagem. Os adjetivos que eles usaram para descrever o hotel – “limpo”, “impecável”, “romântico”, “bem decorado”, “amplo”, “acolhedor” – foram suficientes para convencer a mim e a Renata de que o investimento poderia valer a pena.
O “investimento” foi de 208 euros por noite pela suíte superior.
Localizada no segundo andar, a suíte superior é ampla e vem com uma amenidade insuperável: vista para o canal. De tempos em tempos sua permanência vai ser brindada com a trilha sonora de um gondoleiro passando à beira da sua janela.
Ainda no segundo andar há uma antessala com mesinhas e cadeiras, onde os hóspedes podem se servir à vontade de biscoitos, chocolates e café espresso.
As instalações do hotel não são grandes, o que o faz intimista e acolhedor. Uma pequena varandinha faz as vezes de deck privado para recepcionar os hóspedes que vem de barco (táxi aquático) ou que querem passear de gôndola.
O Becher está localizado no entorno do eixo mais turístico de Veneza: aquele que fica entre os bairros de Rialto e San Marco. Você vai sofrer um pouquinho carregando a sua mala de rodinha pelas ruelas de Veneza se vier de vaporetto da Estação Santa Lucia ou do Aeroporto (confira as orientações de “como chegar” aqui). Mas, em compensação, você estará a 10 minutos a pé dos principais lerês de Veneza.
Eu poderia resumir o Hotel Becher dizendo que ele foi a nossa maior extravagância em toda a viagem. Mas sabe como é, né? Em Veneza toda extravagância lhe será recompensada!
Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.
(8 meses se passaram desde a nossa viagem à Europa e eu ainda não terminei o relato!!!! O.O)
“Como definir Veneza?”
Era só isso que a gente pensava quando nós chegamos à Estação Santa Lucia às 14h do dia 16 de abril. A viagem e a nossa energia estavam chegando à metade, mas foi só pisar em Veneza para a emoção se renovar como no primeiro dia. Veneza, você sabe bem, inspira qualquer um. Agora imagina um casal em segunda lua de mel.
Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.
Nossa hospedagem em Florença foi a mais econômica de todas. E nem por isso menos agradável. Optamos por reservar um quarto no Florence Room Bed & Breakfast, seguindo a dica que a Mari Campos, do Pelo Mundo, deu aqui e não tivemos do que reclamar.
Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.
Dizer que Florença é um “museu a céu aberto” pode soar meio exagerado. A verdade é que a maioria das atrações imperdíveis de Florença não são tão “abertas” assim, como você viu nos meus posts anteriores. Elas estão quase sempre em lugares fechados que cobram ingresso para visita.