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13
jan
2014

3 dias no interior da Toscana (por Diana Carvalhinho)

Eu já contei aqui que, apesar de toda a fascinação que a Toscana e seus famosos campos floridos despertam na Renata, nós acabamos eliminando do roteiro da nossa primeira viagem à Europa um passeio pelo seu interior. A gente se limitou a conhecer e explorar Florença, sua capital.

Nós só não contávamos em sentir remorso tão rápido. Bastou a Diana, uma amiga minha, começar a postar fotos da sua viagem à Europa – e, principalmente, ao interior da Toscana – em seu Instagram (@dianacarvalhinho) para a gente chorar o leite derramado. E isso aconteceu exatamente 1 mês depois do nosso retorno.

Desde então eu vesti a camisa do chato-inconveniente para pedir incessantemente à Diana que relatasse a viagem dela ao interior da Toscana. E ela gentilmente atendeu o meu pedido com o relato que vocês lerão agora.

02
jun
2013

A riqueza de Venda Nova do Imigrante

Venda Nova do Imigrante é uma pequena joia das montanhas capixabas. Não que a cidade seja assim, esteticamente bonita. Não é. Na verdade, o centro urbano atual de Venda Nova é bagunçadinho, arquitetonicamente sem graça e com pouquíssimos resquícios da época do surgimento da cidade.

A riqueza de Venda Nova não está na sua “arquitetura europeia”, como poderia pensar quem apressadamente se depara com a propaganda oficial das nossas montanhas. A riqueza de Venda Nova está na beleza natural de seu entorno, na força de suas raízes europeias e, principalmente, na pujança do seu agroturismo.

05
fev
2013
10
jan
2013

Hotel Review: Hotel Becher (Veneza)

Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

Hotel Becher

Escolher hotel em Veneza não foi tarefa fácil. De todas as nossas escolhas pré-viagem, essa foi a que mais gerou conflito entre os meus lados muquirana e romântico. Eu realmente não contava que os preços dos hotéis por lá estivessem tão salgados e tão fora da curva das outras cidades. Mas eu também não queria abrir mão de proporcionar à Rê a sonhada experiência veneziana, daquela que começa pela decoração palaciana do quarto do hotel.

Por um momento, eu cheguei a cogitar excluir Veneza do nosso roteiro. Eu receava que, pelos preços dos hotéis, a cidade fosse cara demais para o nosso orçamento. Mas nenhuma viagem de lua-de-mel à Itália fica completa sem uma passada – breve que seja – pela mais romântica das cidades italianas: Veneza. Eu inflei as expectativas da Renata falando isso. E, na hora H, não dava para privá-la disso.

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Daí que eu precisei fazer uma pequena adaptação nos nossos planos para “encarar” Veneza. Convenci a Renata a excluir alguns bate-voltas clássicos, como Siena e San Gimigniano (a partir de Florença) e Bruges (a partir de Paris), e a diminuir o nosso tempo de permanência em Veneza para suavizar o rombo. No final das contas, reduzimos nossas noites por lá de 4 para 3, como eu contei aqui. E, mesmo assim, a conta do hotel em Veneza foi a mais cara de toda a viagem.

Pelo menos, nós não temos do que reclamar. O Hotel Becher, nosso escolhido, não nos decepcionou em nada.

Hotel Becher

Optei pelo Becher depois de ler os comentários mais que elogiosos do Marcio Nel Cimatti (do blog A Janela Laranja), do JP Soares e da Mariângela nesse post do Viaje na Viagem. Os adjetivos que eles usaram para descrever o hotel – “limpo”, “impecável”, “romântico”, “bem decorado”, “amplo”, “acolhedor” – foram suficientes para convencer a mim e a Renata de que o investimento poderia valer a pena.

O “investimento” foi de 208 euros por noite pela suíte superior.

Hotel Becher

Localizada no segundo andar, a suíte superior é ampla e vem com uma amenidade insuperável: vista para o canal. De tempos em tempos sua permanência vai ser brindada com a trilha sonora de um gondoleiro passando à beira da sua janela.

Hotel Becher

Ainda no segundo andar há uma antessala com mesinhas e cadeiras, onde os hóspedes podem se servir à vontade de biscoitos, chocolates e café espresso.

Hotel Becher

Hotel Becher

As instalações do hotel não são grandes, o que o faz intimista e acolhedor. Uma pequena varandinha faz as vezes de deck privado para recepcionar os hóspedes que vem de barco (táxi aquático) ou que querem passear de gôndola.

Hotel Becher

O Becher está localizado no entorno do eixo mais turístico de Veneza: aquele que fica entre os bairros de Rialto e San Marco. Você vai sofrer um pouquinho carregando a sua mala de rodinha pelas ruelas de Veneza se vier de vaporetto da Estação Santa Lucia ou do Aeroporto (confira as orientações de “como chegar” aqui). Mas, em compensação, você estará a 10 minutos a pé dos principais lerês de Veneza.

Eu poderia resumir o Hotel Becher dizendo que ele foi a nossa maior extravagância em toda a viagem. Mas sabe como é, né? Em Veneza toda extravagância lhe será recompensada!

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07
jan
2013

La bella Venezia

Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

(8 meses se passaram desde a nossa viagem à Europa e eu ainda não terminei o relato!!!! O.O)

“Como definir Veneza?” 

Era só isso que a gente pensava quando nós chegamos à Estação Santa Lucia às 14h do dia 16 de abril. A viagem e a nossa energia estavam chegando à metade, mas foi só pisar em Veneza para a emoção se renovar como no primeiro dia. Veneza, você sabe bem, inspira qualquer um. Agora imagina um casal em segunda lua de mel. 😀

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