A história se repete em vários lugares de serra pelo Brasil. Algumas pessoas se encantam com as belezas naturais de uma região e com a energia que dela emana e decidem fundar ali uma comunidade, digamos assim, alternativa. Uma comunidade que, estimulada pela exuberância da natureza, se propõe a viver em bases sustentáveis e com foco no crescimento espiritual.
De repente, a pessoa se encanta com as belezas naturais de um determinado lugar e enxerga nele uma ótima oportunidade para mudar de vida. Ela, então, decide abandonar sua carreira profissional e fugir do caos urbano da grande cidade no intuito de reescrever a sua história. E aí ela percebe que abrir uma pousada é a melhor maneira de viver nesse novo lugar.
O Pico da Bandeira é, de longe, o principal atrativo da Rota do Caparaó Capixaba. Subir até o seu cume, a 2.890 metros de altitude, é o objetivo de 10 entre 10 turistas que visitam a região. E não é pra menos. Todo mundo quer ver com os próprios olhos o que se vê de cima do ponto mais alto do país.
Tudo aconteceu meio que sem querer e sem muitas pretensões. Quando o fim do ano se anunciou, eu e a Renata nos demos conta que o feriado da proclamação da República, em 15 de novembro, seria a última oportunidade de improvisar uma viagem curta pelo Espírito Santo para criar novas pautas para o blog. Você sabe bem que, ultimamente, o “Rotas” tem andado bastante por “Outras Rotas” e deixado de lado a sua origem, o “Capixabas”. Por isso, eu precisava sair a campo para resgatar a sua verdadeira identidade antes que alguém começasse a pensar que eu sou daqueles que nega as próprias raízes!