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23
maio
2016

Pedra Azul: onde comer

Brasserie Apogeu

Brasserie Apogeu

No último post, eu fiz uma seleção de programas e atrações para você preencher seus dias em Pedra Azul. Mas não tem jeito. A melhor e maior atração de Pedra Azul é uma só: comer. E comer muito bem, ressalto. A região é pródiga em bons restaurantes que, aproveitando a rica oferta de produtos do agroturismo local, se esmeram em oferecer uma gastronomia variada e de qualidade.

Mas eu não vou negar. Não é barato comer em Pedra Azul. Nos principais restaurantes, a média dos pratos gira em torno de 50,00 a 60,00 reais. A justificativa parece estar na sazonalidade do turismo de Pedra Azul, concentrado em feriados e na temporada de inverno. Como o fluxo de turistas não é constante ao longo do ano, é preciso aproveitar a alta temporada para incrementar o caixa. Essa inconstância, inclusive, é o que leva alguns estabelecimentos a fecharem na baixa temporada (!!!!). Por isso, se você for durante os meses de primavera/verão e, principalmente, no final do ano, é bom ligar antes para saber se o lugar vai abrir.

Dá até pra compreender os motivos dos altos preços nos restaurantes de Pedra Azul. Você está num lugar turístico, sazonal e com logística de transporte e serviços relativamente precária. Tudo bem. Mas o que não dá mesmo pra entender é a resistência de alguns estabelecimentos a aceitarem cartão de débito/crédito. A desculpa da dificuldade de linha telefônica já não cola mais, pessoal. Num lugar onde a oferta de caixas eletrônicos é quase inexistente e não há sequer um caixa eletrônico do Banco 24 horas (só há do Banestes e da Caixa no Distrito de Pedra Azul), não dá para exigir que o turista carregue dinheiro e cheque na mão.

Evoluir nesse ponto é preciso! 😉

Mas, reclamações à parte, vamos ao que realmente interessa. Tal qual eu fiz na lista de atrações, aqui eu farei apenas uma seleção de restaurantes/cafeterias, sem pretensão de ser exaustivo. Alguns eu ainda não fui e isso será devidamente informado. Outros poderão ser incluídos posteriormente à medida em que eu for conhecendo. De qualquer forma, se algum estabelecimento que você goste ficar de fora, a caixa de comentários é toda sua!

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Restaurantes

1) Restaurante Alecrim

Já falei sobre o Alecrim nesse post. É, de longe, o meu restaurante preferido em Pedra Azul.

Alecrim

Fica no finalzinho da Rota do Lagarto, na parte que eu chamei de Rota Romântica.

restaurante alecrim

A casinha azul decorada em estilo provençal só não chama mais atenção do que os pratos da Chef Cecília Cunha.

Alecrim

Página no Facebook: https://www.facebook.com/Alecrim-Cozinha-Artesanal-221582987907680/.

2) Don Lorenzoni Due

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Confesso que gostava mais do ambiente do primeiro Don, aquele que ficava no espaço de um antigo paiol bem na entrada de Venda Nova.

Mas, se não manteve o mesmo charme, a casa dois (o “due” vem daí) ganhou um baita cenário, bem aos pés da Pedra Azul. Ela está em frente à Pousada Tre Fiore, num dos trechos mais bonitos da Rota do Lagarto.

Don Lorenzoni

A cozinha é comandada pelos chefs Fernando Lorenzoni e Alessandro Vallino. A especialidade é a gastronomia italiana.

Página no Facebook: https://www.facebook.com/donlorenzonidue.

3) Valsugana

Valsugana

É um dos mais antigos e famosos restaurantes de Pedra Azul. Já falei sobre ele nesse post, onde revelei minha implicância com a varanda do lugar.

Eu ainda acho que a varanda do Valsugana merecia um upgrade. Mas nem por isso deixo de reconhecer que a fama do restaurante é merecida.

Valsugana

Mas é bom chegar cedo. O espaço do restaurante é pequeno e as poucas mesas do salão lotam rapidamente na alta temporada.

Site oficial: http://www.restaurantevalsugana.com.br/.

4) Lago da Lua

O restaurante – e também pousada – Lago da Lua fica no km 07 da Rodovia Geraldo Sartório, aquela que começa onde termina a Rota do Lagarto.

Fui ao restaurante há muitos anos atrás e, por isso, não me sinto à vontade para opinar sobre ele. Mas a Symone Dias, do blog Viajando com Sy, foi e voltou falando maravilhas (leia aqui).

Site oficial: http://www.lagodalua.com.br/.

5) Quinta dos Manacás

É um dos mais novos restaurantes de Pedra Azul. Fica em São José do Alto Viçosa, em Venda Nova, perto da Cervejaria Altezza.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Ainda não tive a oportunidade de conhecer, mas esse post da Evelize Calmon, do blog Comer e Contar, só reforçou a boa impressão que as fotos de lá me causaram.

Site oficial: http://www.quintadosmanacas.com.br/.

6) Brasserie Apogeu (Domaine Ile de France)

Conheci a Brasserie Apogeu na minha última passagem por Venda Nova. E foi uma grata surpresa.

A começar por esse visual:

Brasserie Apogeu

A Domaine foi concebida para ser uma espécie de vila sustentável, baseada na agricultura orgânica. Por isso, na Brasserie Apogeu, os ingredientes utilizados são, em sua maioria, produzidos lá mesmo e sem agrotóxicos.

O cardápio – como tudo na Domaine – tem inspiração na gastronomia francesa. Mas, afora as sopas, a cassoulet e o coq au vin, o meu destaque vai para o Café Gourmand, sobremesa que reúne 7 pequenas porções de doces acompanhadas de café ou capuccino:

Brasserie Apogeu

É claro que não poderia faltar o crème brûlée. 😉

Site oficial: http://www.domaine.com.br/.

Lanchonetes e Cafeterias

7) Venda da Rota

A Venda da Rota é mais um dos empreendimentos que integram a chamada Rota Romântica capixaba.

Venda da Rota

Não é propriamente um restaurante. Na verdade, a Venda é um misto de loja de decoração e cafeteria, ideal para um lanche rápido ou um happy hour no início da noite.

Venda da Rota

Mas pelo que andei vendo no instagram deles, a casa passou a oferecer pratos executivos para a hora do almoço também.

Página no Facebook: https://www.facebook.com/vendarota/.

8) Cafeteria Heimen

A Heimen é a cafeteria que funciona no Fjordland Ecologia e Turismo, aquela que oferece os famosos passeios a cavalo em Pedra Azul.

Cafeteria Heimen

Já falei sobre ela aqui. Mais do que o cardápio, a vista da Pedra Azul é o que mais chama atenção por ali.

Cavalgada Ecológica FjordlandSite oficial: http://www.fjordland.com.br/.

9) Marietta Delicatessen

Outro integrante do conjunto de empreendimentos da Rota Romântica, o Marietta não é propriamente uma cafeteria, como o nome já diz. Mas nada impede que você aproveite as mesinhas da varanda e jardim para experimentar os quitutes vendidos e, principalmente, os fabricados ali.

Marietta

Entre bolos, doces, biscoitos e pães caseiros, o destaque vai para o umbiolatto, uma espécie de rocambole de presunto e queijo.

Página no Facebook: https://www.facebook.com/Marietta-Delicatessen-541344005896296/.

10) Tuia Creperia

É a mais recente novidade gastronômica de Pedra Azul. Se bem que gastronomia não é o único foco da Tuia. Ela também funciona como galeria de arte, apresentando o trabalho de consagradas artistas capixabas, como Tânia Calazans, Rebeca Duarte e Ana Paula Castro.

Tuia Creperia

Do cardápio, a especialidade são os crepes.

Fica bem ao lado da Marietta, no finalzinho da Rota do Lagarto.

Página no Facebook: https://www.facebook.com/tuiapedraazul/.

Leia todos os posts de Pedra Azul aqui.

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18
jul
2014

Santa Teresa: onde comer?

A gastronomia de Santa Teresa foi mais uma grata surpresa pra mim. Confesso que não esperava encontrar tantas e tão boas opções de restaurantes e cafés numa cidadezinha tão fora do mainstream turístico do nosso Estado. Contrariando a minha impressão inicial, nós comemos muito bem por lá.

A seguir eu listo os estabelecimentos que eu visitei e que eu recomendo a visita.

Mapa Restaurantes Santa Teresa

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16
jan
2014

O que fazer em Vitória? Um roteiro (mastigadinho) de 3 dias na Ilha do Mel

Foto: Robert Blackie (CC BY-NC-ND 2.0)

Essa é uma das perguntas que eu mais recebo via e-mail aqui no Rotas: “tô indo pra Vitória no próximo final de semana. Qual roteiro você me sugere?” Por mais que esse blog seja todinho dedicado a te sugerir roteiros pelo Espírito Santo afora, tem gente que sente falta de um post mastigadinho e mais direto ao ponto. 😀

Até então eu me socorria nesse post que o Fred Marvila escreveu lá no Sundaycooks. Nele o Fred destacou lugares que agradam em cheio o marinheiro de primeira viagem que vem passar um final de semana na ilha.

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16
jun
2013

O atendimento nada perfeito do Japa San (COM ATUALIZAÇÃO)

Eu já falei nesse post sobre a tal síndrome do PAC que assola os restaurantes – e todo o ramo de prestação de serviços em geral – daqui de Vitória. Você entra na loja/restaurante/lanchonete e o atendente/garçom, que está no telefone, continua a conversa calmamente como se você fosse invisível. Você pede um prato e 1 hora depois, quando resolve reclamar da demora, ouve do garçom: “a casa tá cheia! não tá vendo?”. Você marca com um prestador de serviço uma, duas, três vezes, e ele não aparece e nem dá sinal. Essas e outras cositas mas fazem parte daquilo que eu convencionei chamar de PAC, ou “Padrão de Atendimento Capixaba”. Uma máxima vigente nos estabelecimentos comerciais da Grande Vitória que considera que o consumidor NUNCA tem razão.

Pois então.

Por causa dessa síndrome, eu adotei aqui no Rotas um padrão de avaliação de restaurantes para medir o nível de contaminação do lugar pelo PAC. Numa classificação que vai do “totalmente erradicado” ao “completamente infestado”, eu procuro indicar para o leitor como o PAC se manifestou durante a minha visita ao estabelecimento que eu comento no post (lembrando que eu NUNCA me identifico nas visitas que eu faço com o propósito de relatar para o Rotas). Daí que, em todos os posts de restaurantes daqui do Rotas, você vai ver no final, junto com as informações úteis, “o Nível de Contaminação pelo PAC”.

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18
nov
2012

Mexido Restaurante: mexendo com os sabores da minha infância!

Fonte: Divulgação

Revelo toda a minha sofisticação gastronômica quando eu falo que sou fã de um mexido. Não tinha como ser diferente. Eu fui criado comendo mexido. Minha infância em Minas Gerais tem sabor e cheiro de mexido. Culpa da minha mãe, a maior de todas as cozinheiras que eu conheço, exímia conhecedora da arte de fazer um bom mexido com a comida que sobrou do almoço. 😀

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