Todos os posts da Série “Rotas na Europa” organizados em forma de índice pra você!
PLANEJANDO A VIAGEM
E vamos todos para Paris (e Roma, Florença e Veneza)!
Rotas na Europa: o planejamento da viagem
ITÁLIA
Roma
Uma visita às 4 Basílicas Papais de Roma
Museu do Vaticano: sem fila e sem lugar-comum
Hotel Review: Ripa Hotel (Roma)
Florença
O dia em que Florença virou Salvador!
Hotel Review: Florence Room Bed & Breakfast (Florença)
Veneza
Hotel Review: Hotel Becher (Veneza)
Paris
Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.
Peço licença para voltar só um pouquinho no tempo da nossa viagem e falar, pela última vez, de Roma. É que, no final de semana retrasado, eu e a Renata vimos o novo filme de Woody Allen, o “Para Roma, Com Amor”, e só aí eu percebi que não havia me despedido de Roma de uma forma, digamos assim, woodyalliana. Eu precisava mandar um “até logo” para Roma, com amor.
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Confesso que a hospedagem na Europa me preocupava muito. O velho senso comum, alimentado, em sua maioria, por aqueles que estão acostumados a viajar empacotado, sempre me dizia que, na Europa, os hotéis de padrão turístico eram sofríveis. O que eu mais ouvia era comentários do tipo: “as instalações são velhas, mas é pertinho da Torre Eiffel”; “o banheiro é horrível, mas é pertinho da Piazza Navona”; ou “a limpeza é duvidosa, mas é pertinho do Duomo”. E para nós, “ser pertinho de” não era um requisito absolutamente indispensável e que compensasse toda a falta de conforto e conveniência que a gente procurava num hotel. Não numa viagem que nasceu lua-de-mel, como eu já disse aqui.
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Não, não se preocupe. Eu não pretendo ficar aqui despejando adjetivos para descrever as obras de arte que nós vimos ao visitar o Museu do Vaticano. Até porque eu não entendo patavinas de arte. Meu olhar artístico não vai além do lugar-comum. E de lugar-comum a blogosfera tá cheia, como você bem sabe.
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Você pode não ser católico ou ter um espírito altamente crítico em relação aos atos da Igreja. Mas uma coisa você precisa dar a mão à palmatória. A Igreja Católica soube, como ninguém, preservar a sua – e a nossa – história.