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28
dez
2011

Deserto do Atacama e Salar de Uyuni: o planejamento da viagem

 Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

Vale da Morte

A chegada

Chegar ao Atacama foi mais fácil do que imaginávamos. Resgatamos o trecho inteiro de Vitória a Calama (cidade onde fica o aeroporto mais próximo do Atacama) com milhas do programa fidelidade TAM. Ao todo, foram 25.000 milhas para cada: 15.000 na ida (classe executiva) e 10.000 na volta (classe econômica). Embora a TAM não voe até Calama, ela tem acordo de code-share com a LAN Chile, que permite aos seus passageiros incluir, nas passagens-prêmio, trechos voados por esta última, como é o caso de Santiago-Calama.

02
dez
2011

3º dia no Salar de Uyuni: perdidos no salar! (3ª parte)

Esse post pertence à série “Outras Rotas” do “Rotas”. Nela, os nossos blogueiros fazem relatos de suas viagens fora do Espírito Santo. Se quiser conhecer mais sobre esses relatos, basta clicar na aba “Outras Rotas” ali no topo do site para ter acesso a todos os posts separados por destino.

Desculpe-me pela falta de fotos. Mas, como vocês devem imaginar, nesse dia nós não tivemos cabeça para pensar em tirar fotos! Por isso, vou ilustrar esse post com fotos de outros dias, ok?

Eu torcia para que a Renata dormisse o máximo possível e não tivesse tempo, nem consciência, para se desesperar. Eu preferia não imaginá-la sofrendo na madrugada do salar! Enquanto a Renata dormia no meu colo, eu me pus a rezar. Era a única coisa que me restava fazer naquele breu total.

01
dez
2011

3º dia no Salar de Uyuni: perdidos no salar! (2ª parte)

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Ao final de 4 horas de esforço para desatolar o carro, a situação era essa:

Sem vislumbrar qualquer perspectiva de melhora e já cansado de questionar sobre o telefone via satélite, eu estourei de vez e disse ao Elizardo, de forma incisiva, que nós precisávamos pedir ajuda. Se ele não fosse, iríamos eu e a Renata. Eu estava realmente disposto a sair caminhando atrás de algum socorro.

30
nov
2011

3º dia no Salar de Uyuni: perdidos no salar! (1ª parte)

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Não teve jeito. Eu bem que tentei “resumir” o terceiro dia para caber tudo em um post, mas não deu. São tantos os detalhes que eu achei importante contar que ele ficou enorme e eu acabei decidindo por dividir esse post. Do contrário, eu corria um sério risco de você não querer ler!

Então vamos ao que interessa…

Saímos às 09h da manhã após tomar café no Hotel de Sal. Pela programação enviada pela agência, nosso itinerário nesse dia previa o seguinte trajeto e atrações: Tahua, Isla Pescado, Cueva Galaxia (que nós já havíamos visitado, lembra?), almoço em San Pedro de Quemes, no Hotel de Piedra (onde nós dormimos na noite anterior), Laguna Cañapa, Laguna Hedionda, Laguna Chiarkota, Laguna Honda, Laguna Ramaditas e Ojos de Perdiz. Dessa forma, saímos do hotel, em Tahua, para a primeira das atrações, a Isla Pescado.

21
nov
2011

2º dia no Salar de Uyuni: enfim, o salar!

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Nosso segundo dia começou cedo. Acordamos as 08:00h, tomamos um café reforçado no hotel e partimos antes mesmo das 09:00h.

O programa enviado pela agência previa um breve passeio a pé às ruínas de Pueblo Queimado, que ficam praticamente ao lado do hotel. Essas ruínas são de um antigo povoado que foi completamente destruído – e queimado – pelas tropas chilenas que invadiram a Bolívia na Guerra do Pacífico em 1879. Mas, novamente, o Elizardo seguiu o seu próprio itinerário e “pulou” essa parte. “Pulou”, não… mudou tudo. Mais uma vez, o Elizardo inverteu a ordem das coisas e nos levou a uma atração programada para outro dia, a Cueva Galaxia.

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